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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PÃO, PÃO, QUEIJO, QUEIJO


Para mim que sou ateu entendo que a fé em deus ou noutra cena qualquer é um problema, uma escolha de cada um.
Agora pertencer, ser militante , alienado, nesses exércitos de assassinos que derramam sangue para se saciar e aumentar o pecúlio dos seus negócios é doentio, irracional, despropositado.

A religião, qualquer religião, sempre esteve do lado mau, do lado dos exploradores, do lado dos escravagistas, do lado dos falsos e traidores que em nome do povo servem e promovem a sujidade, a falsa moral, a doutrina mentirosa de chupar o sangue aos desprevenidos, aos analfabetos e sobretudo aos estúpidos que são da opinião que o esotérico é superior ao conhecimento, à medicina, ao homem que recolheu conhecimentos da natureza.

Quando deus chama bebés, crianças, homens e mulheres bons para o reino dos céus e deixa na terra a horda de crápulas, déspotas e sanguinários que através de dinheiro, exorcismos e bruxedos são mais reconhecidos que a ciência, a cultura, o saber que rodeia o homem, o mundo andará sempre para trás.

O homem a mulher que defende o bruxo e condena o médico é completamente irracional.

São tantos os crimes nojentos, monstruosos dessas seitas que quem os defende não pode ser considerado pessoa de bem se os promove de maneira consciente.


António Garrochinho

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