Jorge Sequeira é agora candidato presidencial.
Caracteriza-se por um verbalismo inconsequente, com
múltiplas citações “culturais” e um cabotinismo egocêntrico.
Mas na sua biografia algo não vai bem.
O filme proporcional diz que o candidato nasceu
“no Douro”. O retrato da RTP1 sobre o perfil dos
candidatos diz que o psicólogo e comentador Sequeira
nasceu em Braga. Ora como Braga não é Douro, ou o
candidato se enganou na terra de nascimento ou
alguém situou o nascimento do rebento em terra estranha.
Sequeira diz que não sabe o que é a Esquerda
e a Direita.
Só sabe que há um Pais dos “partidos” e um País
e a Direita.
Só sabe que há um Pais dos “partidos” e um País
dos “portugueses”. Presente em gala da SIC, o candidato
bajulou a empresa de comunicação, como se fosse
candidato a primeiro emprego.
Nas suas palestras sobre criatividade e motivação,
o “professor” encontrou o público-alvo “ideal”.
Aquele que aplaude “com saída em ombros” a
futilidade e a boçalidade. Jorge Sequeira não justifica
votos, antes merece uma bússola. Ou um ansiolítico.
Ou um reality-show.
CR
cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

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