SABIA QUE....
Quando a ditadura argentina estourou no país, muitos jovens que lutaram contra o regime foram sequestrados, torturados e mortos. Muitos são até hoje desaparecidos políticos. As mães destes presos se reuniram na Praça de Mayo para reivindicar a favor de seus filhos. Mas naquele período, graças à ditadura, era proibida a aglomeração de pessoas e os policiais pediram para que elas se dispersassem. E então, elas começaram a andar em volta praça. E desde então, elas não faltaram nenhuma quinta-feira no seu protesto
Ao chegar à praça você já vê no chão o símbolo das Madres da Plaza de Mayo, o lenço branco na cabeça, pintado no chão. A reunião começa às 15h da tarde, quando montam uma barraquinha com livros e presentinhos alusivos à luta destas mães.
A desfile começa às 15h30. Como todas elas já estão bem velhinhas, elas dão apenas três voltas na praça. Mas é o suficiente para curtir a emoção que aquelas voltas representam. Segurando uma faixa com os dizeres: “Hasta la victoria siempre queridos hijos”. Além disso, elas levam placas com fotos de seus filhos desaparecidos.
A desfile começa às 15h30. Como todas elas já estão bem velhinhas, elas dão apenas três voltas na praça. Mas é o suficiente para curtir a emoção que aquelas voltas representam. Segurando uma faixa com os dizeres: “Hasta la victoria siempre queridos hijos”. Além disso, elas levam placas com fotos de seus filhos desaparecidos.
Mas, mais interessante ainda e mais triste do que isso é que na época que estes filhos foram sequestrados, muitas mulheres estavam grávidas e deram à luz na cadeia. O regime colocou os bebés para adopção, ao invés de os devolverem para as avós.
Desde então, estas mães que também são avós criaram a Associação Madres da Plaza de Mayo na busca de descobrir o paradeiro de seus netos. Ao todo, 109 netos já foram identificados e viviam com outras famílias sem ao menos imaginar o que acontecia por trás de suas histórias. Mas a luta continua e segundo elas, ainda restam 400 netos a serem identificados.
Desde então, estas mães que também são avós criaram a Associação Madres da Plaza de Mayo na busca de descobrir o paradeiro de seus netos. Ao todo, 109 netos já foram identificados e viviam com outras famílias sem ao menos imaginar o que acontecia por trás de suas histórias. Mas a luta continua e segundo elas, ainda restam 400 netos a serem identificados.
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