|  |
 | Os Caminhos de Ferro |
|

|
|
 |

 | Capítulo 1 - De 1852 a 1855 |  |
 |
30 de Agosto de 1852 – Criado o Ministério das Obras Públicas - Fontes Pereira de Melo é o primeiro titular
Depois da dissolução da Companhia da Obras Públicas, fundada em 1844, é criado o Ministério das Obras Públicas Comércio e Indústria, constituído a partir do Ministério do Reino, dotado de um amplo domínio de actuação. António Maria Pereira Fontes de Mello é o primeiro a ocupar a pasta.
13 de Maio de 1853 – Contrato para a construção de linha até à fronteira
É assinado o contrato entre o Governo e Hardy Hislop, Director e representante da Companhia Central Peninsular dos Caminhos de Ferro em Portugal, para a construção de uma linha férrea de Lisboa à fronteira de Espanha, passando por Santarém, na bitola de 1,44 m.
24 de Julho de 1854 – Contrato para construção de linha entre Aldeia Galega e Vendas Novas
É assinado um contrato entre o Governo e os Pares do Reino, Marquês de Ficalho e José Maria Eugénio de Almeida, em representação de uma sociedade, para a construção do caminho de ferro de Aldeia Galega (actual Montijo) a Vendas Novas, e outras linhas que com estas possam vir a entroncar.
O contrato é alterado, sendo construída a linha férrea do Barreiro a Vendas Novas e do Pinhal Novo a Setúbal, na bitola de 1.44 m.
26 de Julho de 1855 – Projecto para construção de linha de Lisboa a Sintra Aprovado o projecto apresentado pelo conde Claranges Lucotte para a construção de um caminho de ferro de Lisboa a Sintra, cujo traçado se iniciava na zona do Aterro, em S. Paulo, corria ao longo da margem até Caxias, flectindo para o interior até Agualva–Cacém e terminando em Sintra.
Foram feitos os primeiros aterros na zona de Belém-Pedrouços e construídas algumas obras de arte, nomeadamente a ponte de alvenaria à entrada da Cruz Quebrada e a primitiva muralha, para o traçado da Linha entre a Cruz Quebrada e Caxias.

15 de Dezembro de 1855 – Fontes Pereira de Melo rescinde empreitada com a Companhia Central Peninsular Acordo de Fontes Pereira de Melo com a Shaw & Waring Brothers, pelo qual é rescindido o contrato da empreitada com a Companhia Central Peninsular CFP.
|  |
 | Topo |

 | 1856 - Inauguração oficial do Caminho-de-Ferro |  |
 |
28 de Outubro de 1856

Caminho de ferro Lisboa – Carregado Inauguração do caminho de ferro entre Lisboa e o Carregado a 28 de Outubro de 1856.

Fiscalização Joaquim Simões Margiochi é nomeado Fiscal do Governo para a linha férrea do Leste.
Regulamento de Polícia Aprovado o Regulamento de Polícia para os caminhos de ferro em Portugal.

Transporte de Correio A partir de 29 de Outubro, a Inspecção-geral dos Correios e Postas do Reino passa a transportar as malas de correspondência por comboio.

Engenheiro Watier Nomeado o engenheiro Watier responsável da construção do caminho de ferro de Lisboa a Santarém.
|  |
 | Topo |

 | Capítulo 2 - De 1857 a 1861 |  |
 |

1857 – Dissolução da Companhia Central Peninsular Dissolução da Companhia Central Peninsular dos Caminhos-de-Ferro de Portugal, responsável pela construção dos primeiros quilómetros de linha-férrea em Portugal.
Os trabalhos de construção do Caminho de Ferro de Lisboa à fronteira tinham sido suspensos em 5 de Setembro de 1855, devido a alegada falta de pagamento por parte da Companhia aos empreiteiros Waring Brohers & Shaw. O governo fica responsável pela continuação dos trabalhos.
1858 – Início do serviço de mercadorias Início do transporte de mercadorias em Pequena Velocidade, já que até então era um meio de transporte só para passageiros.
1859 - Contrato para a construção da Linha do Leste Assinatura do contrato entre o Governo português e D. José de Salamanca (na foto) para a continuação da construção e exploração do Caminho-de-Ferro do Leste e Norte.
José de Salamanca e Mayol, fundador da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, nasceu em Málaga em 1811 e faleceu em Madrid em 1883. |
|
Marquês de Salamanca, Conde de Llano e Grande de Espanha, ministro, advogado, banqueiro, industrial e homem de negócios internacionais, foi também responsável pela construção de caminhos de ferro em Espanha.

1860 – Constituição da Companhia Real É publicado o decreto que declara a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses formalmente constituída, após a realização de 40 por cento do seu capital.
Pode considerar-se como a 1ª antepassada da CP.
1861–Inaugurados troços entre o Barreiro/Vendas Novas e Pinhal Novo/Setúbal
Inauguração da Linha do Sul entre o Barreiro e Vendas Novas e Pinhal Novo a Setúbal.
Construída pela Companhia Nacional de Caminhos de Ferro ao Sul do Tejo (mais conhecida por Companhia dos Brasileiros, já que alguns dos seus principais accionistas eram antigos emigrantes do Brasil), cuja posição foi tomada pelo Estado.
|
|
|  |
 | Topo |

 | Capítulo 3 - De 1862 a 1867 |  |
 |
1862 – Aprovada a construção da estação de Santa Apolónia
Aprovado o projecto da futura Estação de Santa Apolónia, dos Caminhos de Ferro do Norte e Leste, na área entre a Praia dos Algarves e a rua direita do Cais dos Soldados.
1863 – Conclusão da Linha do Leste
Conclusão da Linha do Leste: o comboio chega à fronteira (Badajoz), aguardando a ligação a Madrid, por Ciudad –Real.
Chegada do primeiro comboio a Gaia, se bem que a ligação Lisboa-Porto só aconteça no ano seguinte por conclusão de um troço intermédio da linha.
1864 – Estudo de outras linhas
Sousa Brandão estuda a ligação ferroviária entre Porto e Braga - foi coadjuvado por Pedro Inácio Lopes (na foto), futuro Director da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.
|
|

1864 – Acções da Companhia Real cotadas na Bolsa de Paris
As acções da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses passam a ser cotadas na Bolsa de Paris, Sede do Comité de Paris, Órgão da Administração da Companhia Real.

1865 – Inauguração da Estação de Santa Apolónia (Cais dos Soldados)
Inauguração da Estação de Lisboa Santa Apolónia com apenas o 1º. andar. Foi construída por Oppermann proprietário dos Annales de la Construction.
1866 – Primeira Caixa de Providência dos Ferroviários A primeira Caixa de Previdência dos Ferroviários - Caixa de Socorros, foi criada pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.
O capital era constituído pelo produto das multas ao pessoal, e a venda de passes aos trabalhadores da empresa.
Mais tarde, Caixa de Socorros e Reformas, é financiada por quotizações, concedendo pensões de invalidez e sobrevivência e capitalizando para o futuro pagamento de pensões de reformas.
1867 – Linhas do Minho e Douro O Governo autoriza a construção das Linhas do Minho e Douro por conta do Estado.
|  |
 | Topo |

 | Capítulo 4 - De 1868 a 1873 |  |
 |

1868 - Regulamento de Polícia e Exploração de Caminhos de ferro É aprovado o Regulamento de Polícia e Exploração de Caminhos-de-ferro.
1869 - Os caminhos de ferro ao Sul do Tejo passam para a posse do Estado O Governo toma posse dos Caminhos de Ferro do Sul e Sueste, após rescisão do contrato com a Companhia do Sueste, concessionária da construção da Linha de Vendas Novas a Évora e Beja e que igualmente tinha adquirido a Linha Barreiro Vendas Novas e Pinhal Novo a Setúbal.
1870 - Organização da estatística ferroviária Portaria mandando organizar os serviços de estatística do movimento dos Caminhos de Ferro Portugueses.
A moderna estatística surge no Ministério das Obras Públicas Comércio e Indústria, tornando-se um instrumento de gestão e controlo das sociedades anónimas.
1871 - Livros de Reclamação Estabelece-se a existência de livros de reclamação nas estações do caminho de ferro Leste e Norte.

1872 - Engenharia Portuguesa O Eng. Pedro Inácio Lopes é nomeado responsável pelos estudos do traçado da 5ª secção da linha do Norte – atravessamento do Douro - para a conclusão da Linha do Norte e ligação com a rede do Minho e Douro.
O Eng. Manuel Afonso de Espregueira (foto da sua assinatura), foi o primeiro português nomeado Director Geral da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.

1873 - Caminho de Ferro Larmanjat Inauguração d' “O Larmanjat entre Lisboa e Sintra” – um caminho de ferro monocarril, sendo a via constituída pelo carril central, ladeado por duas passadeiras de madeira, estando todo o conjunto pregado a travessas por cavilhas de ferro. As locomotivas e as carruagens tinham rodas centrais, as quais rodavam pelo carril, e rodas laterais que rodavam pelas passadeiras.
Esta foi uma experiência que veio a fracassar trinta anos após o seu arranque.
|  |
 | Topo |



 | Capítulo 7 - De 1886 a 1891 |  |
 |

1886 - 2ª. Ligação Internacional – Valença-Tuy Abertura à exploração pública do Ramal internacional entre Valença e a fronteira.
A ligação internacional por Valença foi possível graças à construção da ponte sobre o rio Minho (na foto), projecto do arquitecto espanhol Pelaio Mancebo.

1887 - Inauguração SUD Express Lisboa/Paris Inauguração do “Sud- Express”, comboio de luxo, com carruagens cama e restaurante, primeira ligação rápida entre Inglaterra, França, Espanha e Portugal.
Julho de 1895, o “Sud-Express” passa a circular na Linha da Beira Alta. e em 1900, altera o percurso passando a circular por Salamanca, concluindo-se a ligação Salamanca – Portugal.
Na foto pode ver-se uma composição do Sud Express com tracção diesel na linha da Beira Alta.
Túnel do Rossio - Início da construção.
A construção do túnel foi feita de empreitada por Duparchy & Bartissol; a fiscalização por parte da Companhia Real foi feita pelos engenheiros Xavier Cordeiro, Vasconcelos Porto e B. Chabriau.

1888 - Linha do Oeste – Lisboa - Figueira da Foz Conclusão com a abertura à exploração pública do troço entre Leiria e Figueira da Foz, (gravura da estação da Figueira da Foz).
A construção foi atribuída a Henry Burnay & Cª mas, por contrato de 9 de Maio de 1883 foi trespassada para a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses que iniciou a sua exploração em 1887.

1889 - Inauguração do "Ramal" de Cascais Abertura à exploração pública do troço entre Pedrouços e Cascais – início da exploração do Ramal de Cascais.
Iniciado a partir de Pedrouços aguardando pelas obras da 1ª secção do porto de Lisboa, deveria alcançar a estação de Santa Apolónia e aí fazer a ligação com as Linhas do Norte e Leste, projecto que acabou por nunca ser concretizado.

1890 - Inauguração da Estação do Rossio Inauguração da Estação do Rossio, projecto do Arq. José Luís Monteiro inserido na corrente artística do “neomanuelino”.
A construção foi da responsabilidade dos empreiteiros Duparchy & Bartissol.
O conjunto da Estação circunscreve-se ao edifício de passageiros, túnel, cobertura metálica, plataformas desniveladas com a ligação ao Largo do Carmo para a praceta 1º Dezembro.
1891 - Inauguração da Linha da Beira Baixa Inauguração oficial da Linha da Beira Baixa, entre Abrantes e Covilhã, com a presença de D. Carlos e restante família real, acompanhados pelos administradores, o Director Geral, pessoal superior da Companhia Real dos Caminhos-de-ferro Portugueses e representantes da imprensa.
|  |
 | Topo |




 | Capítulo 11 - De 1910 a 1915 |  |
 |

1910 - Modernização da Sinalética Modernização da sinalética na estação do Rossio, para partidas e chegadas dos comboios de longo curso e suburbanos, facilitando o trabalho dos empregados da estação e a informação aos passageiros. Consistia na colocação de indicador com a origem/destino dos comboios nas paredes e um mostrador de relógio com a hora de chegada ou partida.
Fausto Cardozo Figueiredo e Sidónio B. C. da Silva Pais são nomeados membros do Conselho de Administração da Companhia.

1911 - Ramal de Aveiro Abertura à exploração pública do Ramal que, partindo da estação de Aveiro, em Sernada, ligava à Linha do Vale do Vouga (Espinho-Viseu).
1912 - Sindicalismo
Fundação do Sindicato do Pessoal dos CF Portugueses, com sede em Lisboa. Resultou da fusão da Associação dos Empregados dos CF Portugueses e da Associação do Pessoal dos CF Portugueses. Conhecido por Sindicato Ferroviário ou Sindicato da CP por representar os ferroviários.

1913 - Caminho de Ferro de Penafiel à Lixa - Inauguração Construída pela Companhia Auxiliar de Construções Ferroviárias – em via métrica, utilizando o leito da estrada, cruzava a Linha do Douro em Novelas/Penafiel.
1914 - Greve dos Ferroviários Paralisação dos ferroviários da Companhia dos CF Portugueses provocada pela publicação do novo Regulamento de Caixa de Reformas e Pensões.

1915 – Administração Ferreira de Mesquita, na foto, é nomeado Director Geral da Companhia dos CF Portugueses, cargo que ocupa até 1933.
Monção, como terminus da Linha do Minho, passou a ser servida por comboio.
|  |
 | Topo |

 | Capítulo 12 - De 1916 a 1921 |  |
 |

1916 - Estação de Porto S. Bento Inaugurada pela Direcção dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro. Projecto de José Marques da Silva e decoração azulejar de Jorge Colaço.
1917 - Invenções ferroviárias Experiências de novas chaminés para as locomotiva - inventos dos Engenheiros Ventura da Silva e Ernesto Rocha, dos caminhos-de-ferro do Sul e Sueste, no Barreiro - fundamentais para evitar os incêndios provocados pelo consumo de lenha devido à escassez do carvão durante a I Guerra Mundial.
Redução da circulação de comboios nas Linhas da CP, Sul e Sueste e Beira Alta devido à escassez de carvão.

1918 - Administrador Delegado da CP em Lisboa Rui Ennes Ulrich, nomeado pelo Comité de Paris administrador-delegado da CP. Em 1933 passou a presidente honorário do Conselho de Administração.

1919 - “Vagão–fantasma” Na sequência das greves dos ferroviários e sabotagem aos comboios como medida reivindicativa, o Governo determina a utilização do “vagão–fantasma”, um vagão aberto cheio de grevistas presos, utilizado à frente da locomotiva, para impedir a sabotagem da via férrea.
1920 - Administração O tenente-coronel Raul Esteves, comandante do Batalhão de Sapadores dos CF que liderou durante a sua participação na 1ª Grande Guerra Mundial e responsável pela introdução do vagão-fantasma, passa a fazer parte do Conselho de Administração dos CF do Sul.

1921 - Oficinas A Administração Geral dos CF Estado é autorizada a contratar a empresa William Beardmore & Cª Ltd. para o fornecimento dos materiais de construção para as novas Oficinas Gerais do Barreiro.
|  |
 | Topo |


 | Capítulo 14 - De 1928 a 1933 |  |
 |

1928 - Estação do Cais do Sodré – inauguração A nova estação – projecto de Pardal Monteiro deu uma nova imagem à estação terminus de uma região turística. Conclusão da modernização. Os seus estuques, mosaicos, a grande superfície de iluminação em ferro e vidro, frisos de pinturas geométricas coloridas e os azulejos especialmente desenhados para o revestimento das paredes interiores formam um importante legado nas artes decorativas nacionais.

1929 - Serviços Sanitários das Empresas Ferroviárias Aprovação do Regulamento dos Serviços Sanitários das Empresas Ferroviárias que incluíam os Serviços de Assistência Clínica, de Pronto-socorro e Acidentes no Trabalho, de Higiene, Profilaxia e Desinfecção e, de Estatística Demográfica Sanitária.
Troço entre Castro Verde - Almodôvar e Aljustrel, no Ramal de Aljustrel - Abertura à exploração pública.
1930 - Plano Geral da Rede Ferroviária Aprovação do Plano Geral da Rede Ferroviária. Assinatura do contrato de trespasse para a CP da exploração da Linha da Beira Alta.

1931 - Travessia do Tejo – aquisição de material O Conselho de Administração da CP, aprova contrato com a empresa Fried Krupf A. G. Germaniawert, para aquisição do barco a vapor "Évora", para a travessia Lisboa - Barreiro.
Concorrência da camionagem - autorizada a construção de um apeadeiro provisório em Palhais - Setúbal, para combater esta concorrência.

1932 - Linha do Tâmega - Conclusão Troço entre Chapa e Celorico de Basto - Abertura à exploração pública.
Alteração de Estatutos - a designação social da CP passa a «Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses - Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada».

1933 - Automotoras Constituição de uma Comissão de Engenheiros para estudar no estrangeiro, a utilização de automotoras nas linhas da Companhia.
Novas Oficinas Gerais do CF do Sul e Sueste no Barreiro - Início dos trabalhos de construção.
O Eng. António de Almeida Vasconcelos Correia é nomeado Presidente do Conselho de Administração da CP, (foto em cima).
|  |
 | Topo |









 | Capítulo 23 - De 1982 a 1993 |  |
 |
1982 – Paralisações Greves no sector dos transportes
1983 - Saneamento Económico Decreto-lei nº 63/83, aprova as medidas necessárias ao saneamento económico-financeiro da CP. Electrificação do troço Coimbra B e Coimbra Cidade.
1984 - Travessia Ferroviária na ponte 25 de Abril Despacho nº 112 – determina a constituição de uma comissão, integrando um representante da CP, encarregado de elaborar um estudo sobre a possibilidade de utilização do tabuleiro inferior da Ponte 25 de Abril.

1985 - Contrato – Programa Assinatura do Contrato – Programa entre o Estado e a CP.

1986 – Sinalização Contrato entre a CP, a Sistel, e a Authom para o estabelecimento de um sistema de comunicação rádio solo nos comboios da linha de Sintra.
Lançamento do projecto Convel, controlo automático de velocidade, a adoptar nas linhas portuguesas.

1987 - Inauguração do Serviço Alfa A CP passa a integrar a União Internacional dos Transportes Públicos (UITP).
Inicio do serviço Alfa entre Lisboa e o Porto com as novas carruagens Corail.
1988 - Plano de Modernização dos CF O Governo aprova o Plano de Modernização dos Caminhos-de-ferro (1988-94).
Inicio do serviço Intercidades.
Suspensos os serviços ferroviários na Linha do Sabor, na Linha do Vouga entre Santa Comba Dão e Viseu e no troço da Linha do Douro entre Pocinho e Barca de Alva.
1989 - Encerramento de Linhas Suspenso o tráfego na Linha do Sabor, Linha do Dão e troço Guimarães – Fafe, Ramal do Montijo, Ramal de Montemor e troço Pocinho – Barca de Alva na Linha do Douro.

1990 - Aquisição de Material Circulante Assinatura do contrato de aquisição de 42 UQE (Unidades Quádruplas Eléctricas) destinadas ao serviço suburbano da Linha de Sintra.
Desactivação da Linha do Tâmega entre Amarante e Arco de Baúlhe.
Conclusão da renovação integral da via na Linha do Oeste.
Início do serviço Intercidades entre Barreiro-Beja/Évora.

1991 - Ponte S. João – inauguração É inaugurada a nova travessia do Douro (Ponte S. João, projecto do Prof. Edgar Cardoso).
Criação da empresa TEX – Transporte de Volumes Expresso, Ld.ª .
O Governo aprova o Plano de Modernização da Linha do Norte.
Início do serviço “Inter-Regional” no Algarve, ligando Vila Real de Santo António a Lagos.
1992 - EMEF Inicio do serviço de fim-de-semana Algarve/Porto/Algarve, denominado “Comboio Azul”
Abertura á exploração pública do novo apeadeiro “Lisboa – 5 de Outubro”.
Entrada ao serviço das PN’s automáticas a energia solar, no Alentejo.
Inauguração do ramal de acesso às minas de Neves Corvo.
Criação da EMEF e da FERNAVE.
1993 - Transibérico – inauguração Inicio da exploração do Transibérico – ligação de mercadorias entre Leixões/Lisboa/Barcelona.
Entrada ao serviço do Sistema de Controlo Automático de Velocidade de Comboios.Linha de Sintra – sinalização, bem como o CONVEL, nas Linhas de Sintra e de Cintura.
A exploração fluvial no Tejo passou para a empresa Soflusa, do universo empresarial da CP.
Abertura à exploração pública do Ramal do Louriçal, na Linha do Oeste.
Abertura à exploração da interface CP/Metropolitano de Lisboa em Entrecampos.
|  |
 | Topo |

 | Capítulo 24 - De 1994 a 2006 |  |
 |
1994 – EMEF Transferência para a EMEF das Divisões de Manutenção da CP.

1995 - Lusitânia Comboio Hotel Início da exploração do Lusitânia Comboio Hotel, com a ligação Madrid a Lisboa, em substituição dos comboios Talgo e Lusitânia Expresso.
Inauguração da tracção eléctrica no Ramal do Pego.
Abertura à exploração pública do terminal rodo-ferro-fluvial do Barreiro.
Abertura à exploração pública da via dupla entre Ermesinde e Valongo – início da duplicação da linha do Douro.
1996 - Modernização da Linha da Beira Alta Entrada ao serviço dos Sistemas de Sinalização Automática e de Telecomunicações entre Pampilhosa e Vilar Formoso.
O “Comboio azul” viu o seu serviço complementado com o transporte de automóveis.
1997 – REFER Decreto lei n.º104/97 institui a criação da Empresa Responsável pelas gestão das infra-estruturas ferroviárias – Rede Ferroviária Nacional - REFER, EP.

1998 - INTF Inauguração da Gare Intermodal de Lisboa –GIL (Estação do Oriente).
É criado o Instituto Nacional de Transporte Ferroviário – INTF (Dec. Lei nº 299-B), com funções de Regulação, Supervisão e Desenvolvimento do sector ferroviário.
Electrificação do Ramal de Leixões.

1999 - Alfa – Pendular Viagem inaugural entre Porto e Lisboa do comboio Alfa-Pendular.
Inauguração da travessia ferroviária na Ponte 25 de Abril, entre a estação do Oriente e o Fogueteiro, sendo a empresa concessionária a Fertagus.
Entrada ao serviço no suburbano de Azambuja as UQE’s, material circulante de dois pisos.

2000 – UQEs As Linha de Sintra e Azambuja passam a estar ligadas por comboios “Doubledeck” – Unidades Quádruplas Eléctricas – 3500.
2001 – Vila Franca Xira/Alcântara Terra ligadas por Doubledeck Inicio da ligação entre Vila Franca de Xira e Alcântara Terra, com comboios de dois pisos.
2002 - Intercidades Inicio do serviço Intercidades Lisboa – Leiria.
Encerramento da Linha da Póvoa de Varzim.
Inauguração da nova estação da Guarda.
Entrada em funcionamento da estação Roma/Arieiro.
2003 - Ligação Lisboa – Faro Inauguração do serviço directo de Faro para Lisboa – Oriente.

2004 - Modernização da rede ferroviária Reabertura da Linha de Guimarães após obras de modernização e electrificação.
Inauguração do novo serviço Braga – Porto após obras de modernização e electrificação.
Inicio do serviço Alfa Pendular entre Braga e Faro, o designado “ Eixo Atlântico”.
Encerramento do Túnel do Rossio, para obras de conservação.
2005 - Linha da Beira Baixa - electrificação Inauguração das obras de electrificação da linha da Beira Baixa (Mouriscas e Castelo Branco).
É encerrada a Bombardier (antiga Sorefame) na Amadora.
2006 - Comemoração dos 150 anos do CF O Caminho-de-ferro comemora um conjunto de iniciativas os seus 150 anos.
ATENÇÃO ! PARA VER IMAGENS DAS VÁRIAS COMPOSIÇÕES PASSE O RATO, COPIE E COLE NO MOTOR DE BUSCA
https://www.flickr.com/groups/comboiosemportugal/
www.cp.pt
|
|
|
Sem comentários:
Enviar um comentário