Turquia. Militares dizem que país está agora governado por "junta pacífica"
Situação política na Turquia pouco clara. Militares dizem ter tomado o poder. Governo afirma estar em funções. Presidente no estrangeiro
Forças militares turcas encerraram esta sexta-feira as duas pontes sobre o estreito do Bósforo, em Istambul, e foram ouvidos jatos militares voando baixo sobre Ancara, tendo o primeiro-ministro admitido que esteja em curso um golpe militar, mas afirmando-se no poder. "O governo eleito pelo povo continua no poder e só sairá quando o povo quiser que saia". O governante garantiu ainda que os envolvidos irão "pagar um preço elevado".
Em comunicado lido na televisão do país, os militares afirmam que já tomaram o poder e que o país está neste momento nas mãos de uma "junta pacífica". Justificam a ação dizendo que o atual governo pôs em causa o poder secular e a democracia no país.
Na capital do país a imprensa fala também de movimentos militares, sem que se conheçam para já os motivos. Fontes ouvidas pela Agência Efe contaram que ouviram tiros junto do quartel do Estado Maior. Todos os voos em Istanbul foram cancelados.
Nas redes sociais, surgiram logo imagens de tanques nas ruas em Ancara.
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