Laura, após dar um mergulho com Joshua, seu bebê de três meses, decidiu amamentá-lo, porque o menino começou a chorar.
Assim sentou-se em uma cadeira na borda da piscina e colocou uma toalha cobrindo Joshua e seu peito. Aí começaram os problemas, o salva-vidas do recinto aproximou-se grosseiramente proibindo a mãe de amamentar seu filho.
Diante da confusão, outro funcionário ofereceu uma sala privada para que ela amamentasse Joshua, ela se negou porque estava cuidando também de Thomas, seu outro filho de 4 anos que estava brincando na piscina.
Laura finalmente abandonou o recinto, localizado na cidade britânica de Nottingham, com evidente aborrecimento, e denunciou os fatos:
- "Tinha muita gente de biquini mais pelada do que eu. Ademais, é a coisa mais natural do mundo, já fiz isso no ônibus, na lanchonete, sem nenhum problema", assegurou.
Mas ainda tem mais: um porta-voz local disse que não há problema que às mulheres amamentem seus filhos nos centros públicos, exceto na piscina e áreas próximas, por segurança e higiene, aludindo à política de alimentos e bebidas.
- "Tinha muita gente de biquini mais pelada do que eu. Ademais, é a coisa mais natural do mundo, já fiz isso no ônibus, na lanchonete, sem nenhum problema", assegurou.
Pois ontem aconteceu algo parecido em uma grande churrascaria próxima a Camboriú. Uma moça que resolveu dar o peito ao filho, enquanto a família almoçava, foi insultada de forma aviltante por uma moça que também estava no local com o namorado (ou noivo, sei lá).
Assim que a primeira pegou o filho no colo e começou a amamentá-lo, a segunda fez cara de enfado e reclamou alto para que todos ouvissem:
- "Tem gente que não tem mesmo senso de decência...".
Juro que demorei a acreditar que seu comentário poderia estar relacionado com o que se desenrolava ali. Não obstante ela chamou o garçom e novamente reclamou, agora de forma mais vigorosae igualmente escandalosa:
Assim que a primeira pegou o filho no colo e começou a amamentá-lo, a segunda fez cara de enfado e reclamou alto para que todos ouvissem:
- "Tem gente que não tem mesmo senso de decência...".
Juro que demorei a acreditar que seu comentário poderia estar relacionado com o que se desenrolava ali. Não obstante ela chamou o garçom e novamente reclamou, agora de forma mais vigorosae igualmente escandalosa:
- "O nível deste restaurante já foi melhor, agora vocês deixam esta pobreza fazer esta nojeira na frente de todo mundo...". O garçom muito solícito ainda tentou ponderar, mas a reação da moça não permitia contestação.
Depois de um grande bate boca, a mal amada foi embora reclamando e seu namorado não sabia onde enfiava a cara. Conseguiu azedar a refeição de todos. Eu perdi a fome e creio que grande maioria de pessoas que ali estavam também.
Depois de um grande bate boca, a mal amada foi embora reclamando e seu namorado não sabia onde enfiava a cara. Conseguiu azedar a refeição de todos. Eu perdi a fome e creio que grande maioria de pessoas que ali estavam também.
Nós vivemos uma época de estúpidos guardinhas do politicamente correto, gente mesquinha e certamente infeliz que se diz liberal para engolir o que a mídia empurra goela abaixo; acham bacana BBB, defendem minorias, fazem discursos inflamados sobre direitos humanos, mas no menor descuido se mostram mentalmente doentes e de raciocínio limitado. São capazes de ver defeitos em tudo, procuram cavocar fundo em busca do ódio onde existe somente o amor. São ervas daninhas e como tal, devem ser alijadas da convivência social o quanto antes.
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