Helena Garrido comentadora da “Antena 1” na sua habitual superficialidade
falou das rendas excessivas da energia e disse que o PCP ao defender a nacionalização que sabia não se fazer , tinha uma posição que não resolvia o problema,
A ignorância aliada ao preconceito dá nestas afirmações irresponsáveis. Se lesse os diários da A .Republica veria os requerimentos e as múltiplas intervenções do de Agostinho Lopes em nome do PCP sobre o tema com propostas concretas , veria que voltámos ao assunto agora e o facto de se defender também a nacionalização não significa que esta exclua as medidas propostas que devem avançar independentemente da nacionalização . Mas a palavra nacionalização cria engulhos à mui reaccionária e serventuária do capital , Helena Garrido.
Se tivesse lido o publico de 3 deste mês veria :“A remuneração excessiva, que chegou a corresponder ao longo de anos a um terço dos lucros da EDP, favoreceu profundamente as empresas energéticas em desfavor dos consumidores que pagam a electricidade mais cara da Europa. Se assim é, é necessário fazer esse corte e é necessário rever todas essas medidas como foi indicado já por muitas instituições e como o BE já tem defendido”, insistiu o deputado bloquista.
Recorde-se que o PCP apresentou uma proposta
para eliminação dos CMEC no Orçamento do Estado de 2017, tendo ela sido chumbada com votos contra do PS e do PSD
e a abstenção do CDS. “
Este artigo encontra-se em: FOICEBOOK http://bit.ly/2qYkuuH

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