O administrador não executivo dos CTT, Rui Horta e Costa, apresentou renúncia ao cargo que exercia na empresa, na sequência de ter sido constituído arguido na Operação Marquês.
O envolvimento na operação relacionada com o primeiro-ministro José Sócrates foi noticiado pelo Correio da Manhã e a renúncia ao cargo nos CTT foi ao início da tarde comunicada à CMVM.
O administrador não executivo apresentou a renúncia e demonstrou “a sua indisponibilidade para o exercício de idênticas funções no mandato 2017-2019, por motivos pessoais supervenientes à divulgação ontem efetuada das Recomendações da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações do Conselho de Administração dos CTT”.
Os CTT vão agora proceder às alterações necessárias à composição dos orgãos sociais da empresa.
Segundo o Correio da Manhã, Rui Horta e Costa é o 21º arguido da Operação Marquês e está indiciado pela prática de crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais. A ligação ao carro é fruto de ter sido administrador do complexo hoteleiro de Vale do Lobo, no Algarve, e terá “promovido o pagamento ilícito de dois milhões de euros” a Armando Vara e Carlos Santos Silva.
Horta e Costa terá investido 1,2 milhões de euros no negócio e este valor fará parte de uma parcela não declarada da venda de um lote de terreno.
dinheirovivo.pt/
O envolvimento na operação relacionada com o primeiro-ministro José Sócrates foi noticiado pelo Correio da Manhã e a renúncia ao cargo nos CTT foi ao início da tarde comunicada à CMVM.
O administrador não executivo apresentou a renúncia e demonstrou “a sua indisponibilidade para o exercício de idênticas funções no mandato 2017-2019, por motivos pessoais supervenientes à divulgação ontem efetuada das Recomendações da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações do Conselho de Administração dos CTT”.
Os CTT vão agora proceder às alterações necessárias à composição dos orgãos sociais da empresa.
Segundo o Correio da Manhã, Rui Horta e Costa é o 21º arguido da Operação Marquês e está indiciado pela prática de crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais. A ligação ao carro é fruto de ter sido administrador do complexo hoteleiro de Vale do Lobo, no Algarve, e terá “promovido o pagamento ilícito de dois milhões de euros” a Armando Vara e Carlos Santos Silva.
Horta e Costa terá investido 1,2 milhões de euros no negócio e este valor fará parte de uma parcela não declarada da venda de um lote de terreno.
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