AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

UMA TRAFULHICE ENGASGADA QUE NÃO ENTENDO ! - PS quer avós a trabalhar a tempo parcial

PS quer avós a trabalhar a tempo parcial

O PS defende que deve ser dada aos avós a possibilidade de trabalharem a tempo parcial e assim apoiarem os filhos. Uma proposta no mesmo sentido de uma que a maioria PSD-CDS/PP apresentou recentemente apenas para os trabalhadores do Estado.
"Está na altura de se alargar aos avós a possibilidade de trabalhar a tempo parcial" para poderem apoiar os filhos empregados, afirmou esta terça-feira o líder socialista António Costa. "Numa sociedade em que a passagem à idade de reforma é cada vez mais tardia, temos de encontrar soluções", sendo que "a possibilidade de mobilizar os avós para o apoio à família é uma forma de ajudar a criar condições para aumentar a natalidade".

Numa conferência organizada pela Vida Imobiliária, em que defendeu que a classe média deve ser "a prioridade" do seu governo, o candidato socialista afirmou também que "o número de creches tem claramente de aumentar". 

Recorde-se que o PSD e o CDS-PP  apresentaram recentemente uma proposta semelhante, que vai ser discutida no Parlamento e que prevê que pais e avós que trabalhem no Estado possam pedir a redução do horário para metade, ficando a receber 60%.  Na proposta de Costa, seria abrangido também o sector privado. 

No entanto, acrescentou, "é minha convicção que o saldo demográfico não se alterará só com políticas de natalidade". Assim, considerou, "temos de ter uma política de imigração activa, para aumentar a população", algo particularmente relevante "no momento em que a Europa vive um problema muito grande [ao nível da imigração]".

Sem comentários: