Mosteiro de Batalha – Património da Humanidade
Batalha. Batalha porque aqui foi realizada a Batalha de Aljubarrota, quando os portugueses derrotaram os espanhóis numa luta histórica, em agosto de 1385. Foi a vitória que levou à construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, conhecido como Mosteiro de Batalha, um dos mais lindos monumentos dos arredores de Lisboa e patrimonio da humanidade. Grandiosidade e imponência são duas palavras que definem bem o que se vê por aqui.
Do lado de fora do mosteiro, sentimo-nos pequeninos, pequeninos. Ao entrar, a sensação continua a mesma, a catedral é enorme, alta, imponente. Ao lado da entrada principal, na Capela do Fundador, estão os túmulos de D. João I, D. Filipa de Lencastre e seus filhos.
Depois de verificar o local detalhadamente, vá para o claustro, com seus jardins, escadarias, salas que serviam para cozinha e como dormitório dos religiosos. O lugar é realmente espectacular e grandioso.
Uma das grandes surpresas, já fora do Mosteiro de Batalha, são as Capelas Inacabadas. As portas têm detalhes maravilhosos e foi construída para ser o Panteão de Dom Duarte. Ali dentro, estão as tumbas de D. Duarte e D. Leonor e também o portal manuelino de Mateus Fernandes, riquíssimo em detalhes. O local não foi terminado, faltou a cúpula superior. Portanto, apesar do luxo interno, o que se vê acima é o céu.
HistóriaA construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória começou em 1387, por vontade de D. João I. O Mosteiro foi construído no final do período Gótico, com forte influência deste estilo, e também com influência Manuelina, que está presente em importantes monumentos portugueses. A construção prolongou-se então por mais de 200 anos.
P.S 1 – No fim da tarde, a luz do sol bate nos vitrais e forma desenhos lindos nas paredes. Sente-se Num dos bancos da igreja e fique lá apreciando. Vale a pena.
P.S. 2 – Uma curiosidade que ouvi enquanto prestava atenção na aula de crianças portuguesas aprendendo sobre sua ufana batalha de Aljubarrota e a história de seu país. Durante a invasão francesa a Portugal, o altar da Igreja foi utilizado como estábulo para os cavalos. Os franceses também levaram peças importantes da Igreja. Mas, bom para nós, ela está linda como deve ter sido antes da invasão.Conheça Sintra e experimente os travesseiros da Piriquita
Ruelas de pedras, restaurantes pequenos e simpáticos. Castelos e casas de veraneio da família real portuguesa. Dentro deles, obras de arte, esculturas, lustres extravagantes, muito luxo e ostentação. Do lado de fora, arquitetura com influência moura e de diferentes períodos da história portuguesa. Estamos em Sintra, uma pequena cidade a 30 quilómetros de Lisboa.
Chegando à cidade, a sensação é de uma cidade pequena, bucólica. Ruas estreitas que vão subindo, subindo, se abrindo em novas pequenas ruas estreitas. E, conforme você vai se perdendo por elas, vai encontrando lojinhas de souvenir, restaurantes, lanchonetes, docarias. Ah, as docarias. Para mim, são as melhores. Quase em frente ao Palácio Nacional de Sintra, uma ruela de pedras. E, no início dela, uma docaria que se chama Piriquita. Foi ali que tive uma das melhores experiências gastronômicas de Portugal: experimentar os travesseiros, um doce feito de ovos. E, claro, é um doce que te leva aos céus.
A Piriquita é, para mim, o ponto principal a ser visitado em Sintra. Em seguida, outro ponto obrigatório é o Palácio da Pena. Lindíssimo, a cerca de 4,5 quilômetros do centro e cheio de luxo, a começar pelo ponto onde foi construído – um cume com uma bela vista de montanhas.
O castelo é lindíssimo. Serviu de casa de inverno do rei D. Fernando II (1816-1885). Os quartos dos membros da família, seus escritórios,casas de banho, áreas comuns, bibliotecas, tudo é muito imponente, com objetos de arte, móveis de madeira maciça, muita cerâmica. Muito luxo, enfim.
. O palácio foi edificado a cerca de 500 metros de altitude e sua construção remonta a 1839. O local foi inspirado nos Palácios da Baviera.
Palácio NacionalO Palácio Nacional de Sintra, localizado no centro, também foi casa de veraneio e é luxuoso. Há três destaques no local: um lustre enorme, que ocupa quase um cómodo inteiro, extremamente imponente, um cómodo inteiramente coberto de azulejos de origem hispano-mourisca e as chaminés da cozinha, que podem ser vistas ao longe e parecem dois cones enormes.
Com fundação árabe, o Palácio de Sintra tornou-se, no século XII – e permanceu por oito séculos – residência da Família Real Portuguesa. Sua configuração atual não se alterou substancialmente desde meados do século XVI, resultando de campanhas de obras sucessivas de Dom Dinis, João I e Dom Manuel I. A construção reúne estilos arquitetónicos diversos – gótico, mudéjar e manuelino – e foi muito utilizada na Idade Média como refúgio da Corte.
Óbidos: experimente a vista de dentro e de fora do Castelo
Lembra-se das aulas de História da escola sobre feudalismo? Com cidades muradas dividindo os senhores feudais, seus protegidos e também os servos? Pois é. Você pode assistir a um filme para que estas imagens cheguem à mente e você se recorde desta parte da história.
Mas outra forma de entrar de cabeça na história é visitando Óbidos, em Portugal. A pequena vila fica no distrito de Leiria, a cerca de 80 quilómetros ao norte de Lisboa. De carro, vá em direcção a Leiria e pegue a A-8.
Dentro das muralhas, há uma vila charmosa, com casas simples. Há subidas, descidas e muitas vielas. Prepare-se para se perder em Óbidos, é isso mesmo que vale a pena. Nas ruas de pedras, há também lojas de souvenir, artesanato, doces e muita, muita ginja – um licor de cereja servido geralmente em copinhos de chocolate.
Além de passear pelas ruas de pedra, experimente também andar pelos muros do castelo. Há algumas escadas pelas quais você chega ao muro e, de lá, você circunda a vila, podendo ver tanto a parte de dentro quando a parte exterior do castelo. É óptimo poder observar os quintais das casas, as ruas de pedra e igrejas (igrejinhas, vá lá) do lado de dentro.
Do lado de fora, há campos verdes, aquedutos.
O passeio mais indicado é, sem dúvida, as muralhas. Explorar cada viela é conhecer mais da história do lugar, de seus moradores e visitantes.
Castelo de São Jorge: história em estado bruto
Há muita História pelas ruas e bairros de Lisboa e você pode notá-la no ar e certamente ao caminhar pelo centro da cidade. Pelas ruas, você avista os prédios históricos próximos a você e percebem também aqueles ali no alto. A vontade de chegar àquele local e desvendar o monumento é o que move os turistas a visitarem o Castelo de São Jorge, imponente e visível a partir da área central e de uma das principais praças da região, o Rossio, ou praça Dom Pedro IV (o nosso Pedro I).
Caminhe um pouco até a Praça da Figueira, um largo atrás da do Rossio, e pegue um eléctrico Ao descer no ponto indicado, você já terá uma bela vista do rio Tejo e das partes mais baixas da cidade. O miradouro do Castelo de São Jorge lhe garantirá uma vista linda e ampla da cidade. Você conseguirá identificar o Rossio, a Câmara Municipal e outros pontos importantes.
História
O Castelo de São Jorge é um Monumento Nacional desde 1910 e não é difícil entender a razão disso. O lugar é lindo e remonta de há séculos atrás, com importância histórica e arquitetónica. Teve influência moura e fez parte da história do país ibérico.
O Castelo de São Jorge é um Monumento Nacional desde 1910 e não é difícil entender a razão disso. O lugar é lindo e remonta de há séculos atrás, com importância histórica e arquitetónica. Teve influência moura e fez parte da história do país ibérico.
Os vestígios mais antigos de ocupação do local remontam ao século VI, época em que provavelmente havia ali um povoado fortificado.
A existência do castelo data do período entre os séculos X e XI, quando Lisboa era uma importante cidade portuária sob domínio muçulmano.
Em 1147, o primeiro rei de Portugal, Dom Afonso Henriques, conquista o Castelo e a cidade que era dominada pelos mouros. Entre os séculox XII e XVI, o local atinge seu auge e é transformado em Paço Real, ganhando novos espaços para servir ao rei e à Corte.
Com a transferência da residência real e da corte para a baixa da cidade, os terramotos de 1531 e 1755, o Castelo foi se descaracterizando.
No século XX, ele foi sendo redescoberto e algumas intervenções deixaram-no da forma como é hoje, imponente, belo e cheio de informações sobre a ocupação no topo da colina.
TEXTO E FOTOS: ÉRICA FRANÇA
ponto de partida dos grandes navegadores
Lisboa: o que fazer no bairro de Belém
Em Lisboa, um dos bairros mais emblemáticos é Belém. Bairro banhado pelo rio Tejo, de lá saíam as embarcações rumo ao Novo Mundo e às Índias.
Em Belém, não deixe de visitar:
1 – Torre de Belém
O monumento é um dos cartões postais de Lisboa. Suba até o alto (as escadas são íngremes e não dá muito bem para pessoas subirem e descerem ao mesmo tempo). De cima, você vê o Tejo à sua frente e imagina como seria a partida das naus em busca de novas rotas comerciais.
O monumento é um dos cartões postais de Lisboa. Suba até o alto (as escadas são íngremes e não dá muito bem para pessoas subirem e descerem ao mesmo tempo). De cima, você vê o Tejo à sua frente e imagina como seria a partida das naus em busca de novas rotas comerciais.
2 – Padrão dos Descobrimentos
O monumento é de 1960 e homenageia os navegadores. De um lado, o Tejo e a Torre de Belem. Abaixo, um relógio solar. E, do outro lado, o belo e grandioso Mosteiro dos Jerônimos.
O monumento é de 1960 e homenageia os navegadores. De um lado, o Tejo e a Torre de Belem. Abaixo, um relógio solar. E, do outro lado, o belo e grandioso Mosteiro dos Jerônimos.
3 – Mosteiro dos Jerônimos
Monumento grandioso e imponente, abriga os corpos de Vasco da Gama, Fernando Pessoa e Camões.
Monumento grandioso e imponente, abriga os corpos de Vasco da Gama, Fernando Pessoa e Camões.
4 – Pastéis de Belém
Os saborosos pastéis de Belém? Pois é, você não pode visitar o bairro e não experimentar esta delícia. A confeitaria Pastéis de Belém fica localizada próxima do Mosteiro dos Jerônimos. Sempre há filas na porta, mas encare-as sem medo, pois vale a pena. No fundo da loja, há mesas com cadeiras para você comer em paz seus doces.
Os saborosos pastéis de Belém? Pois é, você não pode visitar o bairro e não experimentar esta delícia. A confeitaria Pastéis de Belém fica localizada próxima do Mosteiro dos Jerônimos. Sempre há filas na porta, mas encare-as sem medo, pois vale a pena. No fundo da loja, há mesas com cadeiras para você comer em paz seus doces.
5 – Centro Cultural de Belém
Do alto do Padrão dos Descobrimentos, também é possível avistar o grandioso Centro Cultural de Belém. Ali, fica o Museu Coleção Berardo.
Do alto do Padrão dos Descobrimentos, também é possível avistar o grandioso Centro Cultural de Belém. Ali, fica o Museu Coleção Berardo.
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