Do inferno ao céu
Não é consensual a decisão de Luís Filipe Vieira de convidar o
adepto agredido em Guimarães para participar na recepção do
troféu. Mas uma coisa é certa: o Benfica não pode ficar à margem
de tudo o que de lamentável se passou no domingo. Há adeptos
que, de uma vez por todas, devem ser
Não imaginaria este aparentemente pacato cidadão de Matosinhos que, depois da descida aos infernos por via daquela cena rocambolesca em que involuntária e inesperadamente se viu envolvido, lhe estavam destinados momentos de verdadeiro apogeu que seguramente viverá após o jogo em que o clube do seu coração vai defrontar o Marítimo.
A decisão tomada pelo presidente do Benfica ao convidar para ser grande protagonista da festa da Luz uma figura que o mundo do futebol só agora conheceu e por força de circunstâncias muito estranhas, não é, porém, consensual.
Se, por um lado, há os que aplaudem a iniciativa vendo nela a exaltação do clubismo sem fanatismo, já que o adepto em causa se tem revelado um ser humano tranquilo e sem desejos de vingança, há também quem veja em tudo isto uma forma indirecta de afrontar as polícias e todos quantos sobre elas exercem jurisdição.
Mas, mesmo tomando por pacífica esta romaria de uma família que partirá de Matosinhos ao encontro de um estádio engalanado para momentos triunfais para a receber, há uma parte que não pode ser desprezada e muito menos esquecida.
E essa tem a ver com a violência gratuita levada a cabo por um bando de arruaceiros, muitos dos quais já identificados, e que não podem ficar à margem de tudo o que de lamentável se passou, bem como todos aqueles que câmaras indiscretas apanharam a assaltar património pertencente a um Clube de bem, que em nada contribuíra para os desmandos.
E, aqui, os responsáveis do Benfica não podem limitar-se a esperar pelo resultado das investigações que as autoridades já desencadearam.
Há adeptos que, de uma vez por todas, devem ser banidos dos estádios onde, pelo que se viu, demonstraram não merecerem ter entrada nem assento. E os dirigentes sabem quem eles são. Mas, no caso de terem dúvidas, consultem a Polícia, que conhece de ginjeira a grande maioria desses marginais.
A decisão tomada pelo presidente do Benfica ao convidar para ser grande protagonista da festa da Luz uma figura que o mundo do futebol só agora conheceu e por força de circunstâncias muito estranhas, não é, porém, consensual.
Se, por um lado, há os que aplaudem a iniciativa vendo nela a exaltação do clubismo sem fanatismo, já que o adepto em causa se tem revelado um ser humano tranquilo e sem desejos de vingança, há também quem veja em tudo isto uma forma indirecta de afrontar as polícias e todos quantos sobre elas exercem jurisdição.
Mas, mesmo tomando por pacífica esta romaria de uma família que partirá de Matosinhos ao encontro de um estádio engalanado para momentos triunfais para a receber, há uma parte que não pode ser desprezada e muito menos esquecida.
E essa tem a ver com a violência gratuita levada a cabo por um bando de arruaceiros, muitos dos quais já identificados, e que não podem ficar à margem de tudo o que de lamentável se passou, bem como todos aqueles que câmaras indiscretas apanharam a assaltar património pertencente a um Clube de bem, que em nada contribuíra para os desmandos.
E, aqui, os responsáveis do Benfica não podem limitar-se a esperar pelo resultado das investigações que as autoridades já desencadearam.
Há adeptos que, de uma vez por todas, devem ser banidos dos estádios onde, pelo que se viu, demonstraram não merecerem ter entrada nem assento. E os dirigentes sabem quem eles são. Mas, no caso de terem dúvidas, consultem a Polícia, que conhece de ginjeira a grande maioria desses marginais.
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