Um dos objetivos de ambas nações era frear, ou ao menos mitigar no máximo possível, os efeitos da erosão para o qual instalaram diques subaquáticos e reforçaram mecanicamente a parte mais alta das cataratas.
E fizeram-no. Durante seis meses mantiveram este salto de água das Cataratas do Niágara "sem uma gota de água" (foi toda desviada à parte canadense), tempo que engenheiros e outros especialistas se ocuparam em estudar o fundo do rio e limpar e buscar indícios de instabilidades estruturais. Chegou-se inclusive a instalar uma passarela a somente 20 metros da borda da cascata para que os turistas pudessem fotografar como nunca antes se tinha visto até então.
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