AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

sábado, 15 de junho de 2013

Desempregados vão pagar taxa apesar do chumbo do Constitucional

Vítor Gaspar e Pedro Passos Coelho

O governo mantém o objetivo de taxar o subsídio de desemprego e, tal como o Orçamento para 2013, o Rectificativo volta a apresentar uma contribuição de 6% sobre os subsídios de desemprego e de 5% sobre os subsídios de doença.
Esta insistência já era esperada porque os juízes do Palácio Ratton não chumbaram a taxa em si, mas o facto de não acautelar que, em certos casos, a prestação a auferir fique aquém "do nível mínimo que já foi objeto de concretização legislativa", ou seja do valor equivalente a um Indexante de Apoio Social (419 euros). 
Desta vez, e para garantir que não atropela a Lei fundamental, o Executivo introduziu essa ressalva. "A aplicação do disposto no número anterior não prejudica, em qualquer caso, a garantia do valor mínimo das prestações, nos termos previstos nos respetivos regimes jurídicos", pode ler-se no Orçamento Retificativo.
Desta forma estarão isentos de pagar uma taxa todos os subsídios de desemprego e de doença até 419 euros, o valor de uma IAS. Na prática, e segundo o avançado pelo Correio da Manhã na edição de hoje, estarão em causa cerca de 400 mil desempregados, mas vão ficar isentos os casais desempregados que tenham majoração no subsídio de desemprego.  
 Taxa sobre subsídio de desemprego vai manter-se

Sem comentários: