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quinta-feira, 23 de agosto de 2012


10 perguntas que o PS deveria colocar aos aldrabões de serviço


( Na sequência do post anterior)
Em Julho, o PS interpelou Passos Coelho sobre os subsídios de férias do pessoal dos gabinetes. Ainda não obteve resposta. Na altura recomendei a Seguro que colocasse outras questões ao PM, para que tudo fique claro. Sem quaisquer esperanças de ver a a situação esclarecida, reformulo aqui algumas questões que o PS deveria fazer ao governo:
1- Quantos são os assessores e demais pessoal afecto a gabinetes que recebem os subsídios por debaixo da porta? Ou seja, quantos têm dissimuladamente incluído, no seu salário mensal, as prestações correspondentes ao que deveriam receber no caso de não ter havido cortes?
2- Qual o montante pago pelos gabinetes a assessores, especialistas, secretários e demais pessoal,  que alegadamente não terá recebido subsídio de férias, em despesas de representação?
3- Quais os plafonds estabelecidos para esse pessoal em gastos com cartões de crédito, telefones e outras mordomias?
4- Quantos membros dos gabinetes gozaram férias em 2011 e receberam subsídio de férias em 2012?
5- Quais os membros do governo que NÃO receberam subsídio de férias em 2012?
6- Aplicar-se-á em 2013 aos membros dos gabinetes recrutados em 2012, provenientes do sector privado, o mesmo princípio no concernente ao pagamento dos subsídios de férias?
7-Se a resposta for negativa, como justifica o governo a atribuição do subsídio este ano? E se for afirmativa, quer isso dizer que o governo persiste na teimosia de manter a desigualdade  entre funcionários públicos?
8- A lógica aplicada aos funcionários públicos recrutados ao sector privado para desempenhar funções em gabinetes, aplica-se a outros quadros da administração pública ( directores-gerais e quadros de empresas públicas?)
9- Os reformados no segundo semestre de  2011 não deveriam, pela lógica do governo, manter o direito ao subsídio de férias este ano?
10- Está o governo disposto a acabar com a iniquidade e pedir a devolução dos subsídios de férias pagos indevidamente aos funcionários públicos, como reconheceu implicitamente Vítor Gaspar?

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