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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Duas das quatro pessoas arrastadas pelo mar já tiveram alta


Um homem foi transferido para hospital da zona de residência e uma mulher está ainda desaparecida

Duas das quatro pessoas que foram arrastadas quinta-feira pelo mar, na praia da Costa Nova, em Ílhavo, já tiveram alta hospitalar, informou hoje fonte do Hospital de Aveiro.
"Duas mulheres, de 34 e 37 anos, já tiveram alta e um homem, de 42 anos, foi transferido para o hospital da área de residência, que é o centro hospitalar de Tondela/Viseu, mas o seu estado de saúde não inspira cuidados", disse a mesma fonte.
Uma quarta pessoa, uma mulher com cerca de 40 anos, continua desaparecida desde as 19:45 de quinta-feira, estando a decorrer buscas por terra, ar e mar.
"Continuamos com as buscas por terra, com elementos da Polícia Marítima, Capitania e Bombeiros de Ílhavo, e por ar, com um helicóptero da Força Aérea", disse o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Carlos Isabel.
Segundo o mesmo responsável, os meios de busca e salvamento foram reforçados esta manhã com a Corveta NRP António Lemos, que "está a dar colaboração numa zona afastada porque não consegue aproximar-se devido à rebentação".
O incidente ocorreu junto ao segundo esporão da praia da Costa Nova, em Ílhavo, e o alerta foi dado cerca das 19:45 de quinta-feira.
A mulher desaparecida fazia parte de um grupo de dez pessoas que se encontravam no areal, por razões desconhecidas, quando foram apanhadas por uma onda. Quatro delas foram arrastadas para o mar, mas só três conseguiram sair da água pelo próprio pé.
O grupo de pessoas naturais de Tondela (Viseu) e Águeda (Aveiro) estaria naquele local, ao que tudo indica, a fazer um ritual religioso.
"Tivemos relatos iniciais nesse sentido, mas não podemos estar a levantar falsas suspeitas enquanto não tivermos os factos todos apurados", disse o comandante Carlos Isabel, adiantando que a Polícia Marítima tomou conta da ocorrência.
As três pessoas que caíram ao mar foram transportadas pelos Bombeiros de Ílhavo para o Hospital de Aveiro.
"Tinham sinais de hipotermia e alguns arranhões, mas nada de grave", disse o comandante dos Bombeiros de Ílhavo, Carlos Mouro.
As restantes pessoas que faziam parte do grupo foram identificadas e seguiram para as suas casas.




















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