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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

8 INVENÇÕES DA 1ª GUERRA MUNDIAL

Com os cem anos de início da Primeira Guerra Mundial, estamos há alguns dias falando de, entre outros assuntos, certas inovações trazidas por ela. Afinal, para novos problemas, novas soluções, diz a premissa. Na lista abaixo, seguem mais algumas invenções surgidas nesse doloroso conflito; algumas que perduram até hoje (com devidas adaptações), e outras que já não são mais utilizadas:

Localizador acústico  
Grandes alto-falantes que amplificavam sons a quilômetros de distância. Monitorados por receptores, permitiam direcionar a plataforma para identificar aviões inimigos.


Gerador 
Um gerador de bicicleta para alimentar uma estação de rádio, produzindo energia para a comunicação por meio da antiga invenção da roda.


Veículo blindado 
A Cruz Vermelha fez uma incursão com um veículo experimental blindado. O experimento fracassou: as rodas estreitas e a carroceria muito baixa o fizeram atolar nos fronts enlameados.


Canhão 
Os engenheiros da guerra conseguiram elevar o poder das armas aumentando seu tamanho. Outro experimento falido: deste canhão da imagem, foram produzidas apenas 50 unidades, já que seu tamanho o tornava extremamente custoso e inoperante para a batalha.


Zeppelin 
Os alemães semearam o terror nos céus com seus enormes zeppelins, que tinham a vantagem de voar mais alto do que os aviões de defesa do território britânico e escapar das baterias antiaéreas.


Balões de observação 
Os balões de observação eram utilizados para vigiar as linhas de frente. Os observadores ficavam suspensos em uma pequena plataforma. Os balões eram feitos com tecido resistente e preenchidos com gás hidrogênio, o que os tornava inflamável e, portanto, vulnerável para a batalha.


Camuflagem I 
Na batalha corpo a corpo, qualquer coisa era feita para dissimular a presença e passar sem ser percebido diante do inimigo, como no caso da foto, uma árvore falsa.


Camuflagem II 
O barco britânico HMS Argus foi camuflado através de uma técnica de desenho cubista, a arte do momento, para “esconder” barcos em alto-mar.

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