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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

CUBA SEMPRE ESTEVE AO LADO DE MANDELA Se Cuba não tivesse mandado 400 mil combatentes libertários para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e estabelecido as bases para consolidar o racismo, regime de inspiração nazista sobre todo o continente africano.

CUBA SEMPRE ESTEVE AO LADO DE MANDELA

Se Cuba não tivesse mandado 400 mil combatentes libertários para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e estabelecido as bases para consolidar o racismo, regime de inspiração nazista sobre todo o continente africano.
  

Por Hélio Doyle


Até a fotografia com Obama, a grande imprensa brasileira parecia querer ignorar que o presidente de Cuba, Raúl Castro, era um dos seis chefes de Estado que discursaria nas homenagens póstumas a Nelson Mandela. E muita gente não entendia por que Cuba estava entre os seis.
Uma frase pronunciada por Mandela explica: “A batalha de Cuito Cuanavale foi o começo do fim do apartheid. Devemos isso a Cuba”.
Os valentes muchachos cubanos que enfrentaram os racistas sul-africanos apoiados pelo ocidente e Israel
 Mandela sempre reconheceu o papel decisivo de Cuba no fim do regime de segregação na África do Sul. Se Cuba não tivesse mandado quase 400 mil combatentes para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e a Namíbia continuaria submetida à África do Sul.
O encontro de dois heróis da liberdade cientes do seu dever no mundo
Os cubanos lutaram durante 10 anos ao lado dos angolanos contra os sul-africanos e os derrotaram definitivamente na batalha de Cuito Cuanavale, citada por Mandela. A partir daí as forças da África do Sul recuaram do território angolano e o governo daquele país foi obrigado a negociar a paz e libertar a Namíbia. O desgaste do governo sul-africano acelerou o fim do apartheid e a libertação de Mandela.
Soldados libertários cubanos ao lado de combatentes do MPLA enfrentando enfrentando o fogo nazi-racista.
Naqueles tempos, os Estados Unidos, o Reino Unido e a maioria dos países europeus apoiavam o governo sul-africano e queriam derrubar o de Angola. Israel ofereceu bombas atômicas aos segregacionistas, para acabar logo com a guerra e tornar aquele país uma potência nuclear.
A História mostrou quem estava do lado certo.


militanciaviva.blogspot.pt

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