Turismo Portugal seduz russos a comprar casa
O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, está empenhado em apostar no Turismo residencial em Portugal. Russos, ingleses, suecos e alemães são os pretendentes mais desejados, escreve o Jornal de Negócios.
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ECONOMIA
O ‘roadshow’ do programa de turismo residencial em Portugal, que pretende atrair compradores de casa para o País, escolheu Moscovo como uma das cidades para promoção.
O programa já foi apresentado por Santos Pereira, em Londres, no início do ano, mas só agora vai avançar com o périplo.
“Como não há muito dinheiro queremos focar-nos nos países mais importantes”, afirmou, citado pelo Jornal de Negócios, o presidente da Associação Portuguesa de Resorts (APR), um dos parceiros do programa.
O turismo residencial tem sido afectado com a crise e são mais de seis mil imóveis que continuam por vender, em mais de uma centena de empreendimentos. Como solução, o Governo desenvolveu o programa de turismo residencial que prevê um custo inicial de 825 mil euros só para a promoção do projecto.
Um regime fiscal apelativo, a celeridade dos vistos para os estrangeiros que invistam mais de 500 mil euros no País são os principais argumentos para a venda de casas a estrangeiros. Para o presidente da APR é preciso “explicar o que é que Portugal fez e qual é o produto”.
O programa já foi apresentado por Santos Pereira, em Londres, no início do ano, mas só agora vai avançar com o périplo.
“Como não há muito dinheiro queremos focar-nos nos países mais importantes”, afirmou, citado pelo Jornal de Negócios, o presidente da Associação Portuguesa de Resorts (APR), um dos parceiros do programa.
O turismo residencial tem sido afectado com a crise e são mais de seis mil imóveis que continuam por vender, em mais de uma centena de empreendimentos. Como solução, o Governo desenvolveu o programa de turismo residencial que prevê um custo inicial de 825 mil euros só para a promoção do projecto.
Um regime fiscal apelativo, a celeridade dos vistos para os estrangeiros que invistam mais de 500 mil euros no País são os principais argumentos para a venda de casas a estrangeiros. Para o presidente da APR é preciso “explicar o que é que Portugal fez e qual é o produto”.
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