Guilherme Antunes.
COREANOS (do norte) PROVOCADORES
Perante o bombardeamento diário e ininterrupto da preparação de mais uma invasão “democrática” do império, importa voltar a tentar esclarecer a arraia-miúda global, da nobre e evangelizadora missão que o divino concedeu aos EUA.
Como se pode ver na imagem, as bases norte-americanas posicionadas em território do sul da Coreia mais não querem do que a prevenção da guerra. A mais não aspiram, senão à manutenção da paz (seja ela qual for). A mais não ousam do que manter o estado de alerta sobre o vizinho comunista e endemoínhado.
Num pequeno país que ocuparam há 60 anos até hoje, de modo filantrópico têm os EUA procurado dar as indicações necessárias à Coreia do Norte, sobre as melhores condições de comportamento democrático e de respeitabilidade sobre os valores ocidentais, cristãos e capitalistas (eles que são orientais, budistas e comunistas).
É verdade que desde a criação da ONU, já foram realizados cerca de 2.000 testes nucleares e lançados cerca de 9.000 satélites por todo o mundo. Só os EUA realizaram mais operações destas do que qualquer outro país. Nunca houve uma resolução internacional a proibir o uso do espaço para fins pacíficos. É a primeira vez que acontece, e pelos movimentos de tropas em todo o território ocupado, fácil é de prever que são razões humanitárias que mobilizam aqueles imensos milhares de soldados empenhados no seu contributo para a paz.
Sabe-se bem pelas “lás-lás” de bandeirinha empunhada nos écrans mundiais, que o regime comunista costuma passear-se à solta pelo planeta sem que ninguém os consiga parar. São, naturalmente, os EUA que tentam a todo o transe, como a imagem acima documenta com inquestionável seriedade, levar a bom termo esta missão piedosa de trazer ao redil um embrutecido povo que pela sua vetusta cultura de alguns milhares de anos, não está imbuído da perspectiva pós-moderna do desenvolvimento neo-fascista de fachada capitalista, na aplicação democrática do esclavagismo terráqueo.
Perante o bombardeamento diário e ininterrupto da preparação de mais uma invasão “democrática” do império, importa voltar a tentar esclarecer a arraia-miúda global, da nobre e evangelizadora missão que o divino concedeu aos EUA.
Como se pode ver na imagem, as bases norte-americanas posicionadas em território do sul da Coreia mais não querem do que a prevenção da guerra. A mais não aspiram, senão à manutenção da paz (seja ela qual for). A mais não ousam do que manter o estado de alerta sobre o vizinho comunista e endemoínhado.
Num pequeno país que ocuparam há 60 anos até hoje, de modo filantrópico têm os EUA procurado dar as indicações necessárias à Coreia do Norte, sobre as melhores condições de comportamento democrático e de respeitabilidade sobre os valores ocidentais, cristãos e capitalistas (eles que são orientais, budistas e comunistas).
É verdade que desde a criação da ONU, já foram realizados cerca de 2.000 testes nucleares e lançados cerca de 9.000 satélites por todo o mundo. Só os EUA realizaram mais operações destas do que qualquer outro país. Nunca houve uma resolução internacional a proibir o uso do espaço para fins pacíficos. É a primeira vez que acontece, e pelos movimentos de tropas em todo o território ocupado, fácil é de prever que são razões humanitárias que mobilizam aqueles imensos milhares de soldados empenhados no seu contributo para a paz.
Sabe-se bem pelas “lás-lás” de bandeirinha empunhada nos écrans mundiais, que o regime comunista costuma passear-se à solta pelo planeta sem que ninguém os consiga parar. São, naturalmente, os EUA que tentam a todo o transe, como a imagem acima documenta com inquestionável seriedade, levar a bom termo esta missão piedosa de trazer ao redil um embrutecido povo que pela sua vetusta cultura de alguns milhares de anos, não está imbuído da perspectiva pós-moderna do desenvolvimento neo-fascista de fachada capitalista, na aplicação democrática do esclavagismo terráqueo.

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