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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Santana Lopes desafia direita a juntar-se para formar Governo após eleições





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"Neste ano eleitoral não podemos ignorar a realidade. Temos de derrotar a frente de esquerda e o Governo de António Costa", começou por dizer Pedro Santana Lopes, na intervenção de abertura do segundo dia da primeira Convenção da Europa e da Liberdade, organizada pelo Movimento Europa e Liberdade (MEL).
Para o concretizar, a "Aliança quer apresentar uma proposta simples, que os partidos que não estão envolvidos nessa solução inédita e de efeitos conhecidos no nosso país, admitam a constituição de uma grande aliança, um grande movimento de crescimento, liberdade e progresso".


Neste movimento "devem estar os partidos mais tradicionais já existentes, os que já se constituíram e aqueles que estão, por ventura prometidos nascer", apontou.


Para Santana Lopes, existiriam duas possibilidades, uma "coligação pré-eleitoral com base nos resultados das europeias", ou uma "coligação pós-eleitoral, com base nos resultados das eleições legislativas".


A primeira "não recolhe a preferência da Aliança", destacou, apontando que, na sua opinião, também "não é viável no atual quadro por razões que parecem óbvias".


"A opção que admitimos, ou seja, a de um acordo pós-legislativas pressupõe, naturalmente, o que parece muito difícil hoje em dia, mas que tem o nosso empenho. 

Que as forças do centro-direita assumam a vontade e o propósito de viabilizarem conjuntamente a formação de um Governo patriótico, que inicie um novo ciclo político, económico e social", assinalou.

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