O Governo está a estudar o aumento do valor de mínimo de existência para 8.850 euros.
Os cálculos são da consultora PwC e são simples: caso ganhe até 669 euros (brutos) mensais, a subida do mínimo de existência do IRS, que está a ser estudado pelo Governo, para 8.850 euros anuais (já depois dos descontos), poderá trazer-lhe benefícios. Deixará de estar incluído no primeiro escalão de IRS, aponta o “Jornal de Negócios” esta segunda-feira.
Na prática, o aumento do mínimo tributável de IRS em 350 euros - de 8.500 para 8.850 - irá beneficiar diretamente todos os contribuintes que tenham rendimentos anuais entre 8.500 euros e 9.362,5 euros (brutos), o que corresponde a um rendimento mensal de 607 e 669 euros - dividindo por 14 meses.
Após os descontos, estes contribuintes, que até agora pagavam o equivalente ao primeiro escalão do IRS, passarão a estar isentos.
Sempre que o rendimento após impostos seja inferior ao mínimo de existência - neste momento, está nos 8.500 euros -, o Estado abdica do IRS até que o rendimento atinja esse limiar.
expresso.sapo.pt

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