A denuncia é feita pela União dos Sindicatos de Aveiro (USA/CGTP-IN), face à recusa da visita transmitida pela empresa na véspera da sua marcação. Para além da Fiequimetal/CGTP-IN, a delegação era composta pela CGT (França) e pelas CC:OO INDUSTRIA (Espanha), membros da Federação Industrial Europeia, da Industrial Global Union e do Comité do Grupo Renault.
A USA questiona, numa nota enviada à imprensa, se a direcção estaria com medo «que no decorrer da visita os trabalhadores informassem os membros da delegação da arrogância e prepotência da actual direcção».
A estrutura sindical acrescenta que esta recusa pode ter sido «para impedir que os trabalhadores fizessem a denuncia dos ritmos intensivos de trabalho, do continuado assédio moral, da perseguição e repressão disciplinar sobre os trabalhadores, que não cedem e lutam contra a retirada dos direitos».
Ainda assim, esta delegação decidiu estar hoje presente na empresa a contactar com os trabalhadores, entre as 12h e as 15h, a «manifestar a sua solidariedade», comprometendo-se «a dar conhecimento da arrogância desta direcção e a manter a intransigência na defesa dos direitos laborais, pessoais e familiares».
A USA questiona, numa nota enviada à imprensa, se a direcção estaria com medo «que no decorrer da visita os trabalhadores informassem os membros da delegação da arrogância e prepotência da actual direcção».
A estrutura sindical acrescenta que esta recusa pode ter sido «para impedir que os trabalhadores fizessem a denuncia dos ritmos intensivos de trabalho, do continuado assédio moral, da perseguição e repressão disciplinar sobre os trabalhadores, que não cedem e lutam contra a retirada dos direitos».
Ainda assim, esta delegação decidiu estar hoje presente na empresa a contactar com os trabalhadores, entre as 12h e as 15h, a «manifestar a sua solidariedade», comprometendo-se «a dar conhecimento da arrogância desta direcção e a manter a intransigência na defesa dos direitos laborais, pessoais e familiares».
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