A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada vai fazer queixinhas a Bruxelas, ao guardião do capitalismo degenerado. Assim não pode ser. O Estado tem que deixar o negócio da Saúde para eles e só para eles. Passos é que não se pode queixar, nem a Bruxelas nem deles. Quem semeia ventos, colhe tempestades e estas ele até há-de gramar.
Fique-se com o dito de Artur Araújo, AA para os amigos, sobre este candente problema de haver saúde em Portugal tendencialmente universal e gratuita:
"Não vamos tolerar mais práticas de gestão pública que privilegiem sistematicamente o sector dito social".
Ora toma, embrulha e mete na tulha. Onde perecem a Educação com a Saúde, a Segurança Social e o Estado a que isto enfim chegou.
ouropel.blogspot.pt

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