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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

QUANDO AS CASCATAS CORREM PARA CIMA (VÍDEOS)



O furacão Ofélia foi um dos mais incomuns deste ano. Não só açoitou a costa da Irlanda e Reino Unido -uma área pouco frequentada por tempestades tropicais-, senão que ademais tingiu o céu de vermelho e fez um riachoirlandês fluir no senti contrário. A cena é digna de uma lenda medieval sobre o apocalipse e ocorreu na costa de Cumbria, no noroeste de Reino Unido.


Ainda que Ofélia perdeu força e chegou a esta região já como uma tempestade tropical, seus ventos de mais de 120 km/h foram suficientes para inverter um salto de água próximo à cidade de Mallerstang e enviá-la para o céu.


Curiosamente, não é a primeira vez que ocorre algo similar neste local. A cascata de Kinder, no próximo condado de Peak também costuma se comportar assim quando sopra um vento especialmente forte.


Os céus vermelhos, por verdade, devem-se ao pó do Saara em suspensão trazidos pelos fortes ventos. Ofélia também cobriu de espuma marinha o povoado de Cleveleys, Lancashire. São os caprichos de um clima cada vez mais estranho e imprevisível.

O fenômeno também costuma ocorrer na segunda maior do Brasil (340 metros de queda), a Cachoeira da Fumaça, na chapada Diamantina, entre os municípios de Lençóis e Palmeiras, no estado da Bahia.
https://www.mdig.com.br/

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