LUTA DE CLASSES E AUTO-EUROPA
Dois organismos de direita, o Pedro Mexia e o João Miguel Tavares, atacam a existência de greves, não o dizendo assim, mas rebelando-se contra elas, se oriundas do sector público, porque dessa forma o Estado tem sempre de as levar em conta não podendo contra-atacar com mais eficácia. Já as do sector privado são do risco exclusivo dos trabalhadores, dizem os bonecos do eco capitalista, porque se são eles que as desencadeiam, ficam sujeitos ao eventual desemprego face à natural deslocalização da multinacional, que não estará para aturar “madurezas”. Vão-se embora e pronto.
Faltava referir o pateta da “esquerda”… de quem entra. O ex-gato engraçadinho, Ricardo A. Pereira, que juntou e favoreceu a graçola fácil arremetida contra os meus camaradas, Miguel Tiago e Jerónimo Sousa. O primeiro por ter referido e bem, que no caso da Auto-Europa, os capatazes mostravam os dentes (a expressão é minha, o sentido é do Miguel) e o segundo por ter caracterizado muito bem, no comício de encerramento da Festa, a ofensiva da direita num sector tão importante, como manobras do grande capital transnacional.
O ódio anti-comunista cresce em Portugal como no resto da Europa. O silenciamento do PCP e as trombetas, minuto a minuto, de toda a comunicação social amestrada estão aí, ao rubro, a desmentir a não existência da luta de classes e o combate que existe, sim, face às forças do capital nacional e estrangeiro.
A Festa do Avante, num terreno bastante maior, esteve de novo repleta de pessoas de boa vontade. Comunistas, evidentemente, porque é a sua Festa, mas também muitos milhares de outros amigos que reconhecem ali, um ambiente irrepetível em qualquer outro ponto do território nacional.
De que serve estar contra o fascismo se nada se diz contra o capitalismo que o origina, como nos ensinou Bertolt Brecht?
Dois organismos de direita, o Pedro Mexia e o João Miguel Tavares, atacam a existência de greves, não o dizendo assim, mas rebelando-se contra elas, se oriundas do sector público, porque dessa forma o Estado tem sempre de as levar em conta não podendo contra-atacar com mais eficácia. Já as do sector privado são do risco exclusivo dos trabalhadores, dizem os bonecos do eco capitalista, porque se são eles que as desencadeiam, ficam sujeitos ao eventual desemprego face à natural deslocalização da multinacional, que não estará para aturar “madurezas”. Vão-se embora e pronto.
Faltava referir o pateta da “esquerda”… de quem entra. O ex-gato engraçadinho, Ricardo A. Pereira, que juntou e favoreceu a graçola fácil arremetida contra os meus camaradas, Miguel Tiago e Jerónimo Sousa. O primeiro por ter referido e bem, que no caso da Auto-Europa, os capatazes mostravam os dentes (a expressão é minha, o sentido é do Miguel) e o segundo por ter caracterizado muito bem, no comício de encerramento da Festa, a ofensiva da direita num sector tão importante, como manobras do grande capital transnacional.
O ódio anti-comunista cresce em Portugal como no resto da Europa. O silenciamento do PCP e as trombetas, minuto a minuto, de toda a comunicação social amestrada estão aí, ao rubro, a desmentir a não existência da luta de classes e o combate que existe, sim, face às forças do capital nacional e estrangeiro.
A Festa do Avante, num terreno bastante maior, esteve de novo repleta de pessoas de boa vontade. Comunistas, evidentemente, porque é a sua Festa, mas também muitos milhares de outros amigos que reconhecem ali, um ambiente irrepetível em qualquer outro ponto do território nacional.
De que serve estar contra o fascismo se nada se diz contra o capitalismo que o origina, como nos ensinou Bertolt Brecht?


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