Tenho observado que há gente que raramente concorda com outros e para "disfarçar" digamos a sua essência de pensamento envereda por linguagem sofisticada, aquela que parece que diz muito mas diz precisamente aquilo que explicado de maneira normal toda a gente entende.
É talvez uma mania de estar mais alto no escadote e que por vezes bem explorada e rebatida dá grandes quedas e descobrem-se muitos podres nos protagonistas.
Certo que a cultura é importante e como não somos perfeitos uma das formas mais bonitas da cultura é a procura do entendimento entre gente de bem, partilhando, ajudando outros.
Há culturas e culturas, a dos tomates tipo "Zé Camarinha", a dos "iluminados nos bolsos" e as positivas, as culturas que têm como fim o enriquecimento dos cidadãos normais na procura de novos horizontes, conhecimento, ou puro entretenimento.
O estatuto de "pessoa inteligente" por vezes não se adapta a toda a gente e a muitos fica tal qual o "anel no focinho do porco".
É talvez uma mania de estar mais alto no escadote e que por vezes bem explorada e rebatida dá grandes quedas e descobrem-se muitos podres nos protagonistas.
Certo que a cultura é importante e como não somos perfeitos uma das formas mais bonitas da cultura é a procura do entendimento entre gente de bem, partilhando, ajudando outros.
Há culturas e culturas, a dos tomates tipo "Zé Camarinha", a dos "iluminados nos bolsos" e as positivas, as culturas que têm como fim o enriquecimento dos cidadãos normais na procura de novos horizontes, conhecimento, ou puro entretenimento.
O estatuto de "pessoa inteligente" por vezes não se adapta a toda a gente e a muitos fica tal qual o "anel no focinho do porco".
António Garrochinho
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