O DEDO SUJO DO FALCÃO
O senador norte americano John McCain tem um indiscutível currículo e franca notoriedade de falcão.
Em 2011 visitou Benghazi na Líbia. O seu apoio aos rebeldes líbios foi um sinal da participação directa do imperialismo norte-americano no derrube de Kadhafi. E hoje a Líbia é uma nação destruída, corroída pela anarquia e a violência.
Em Maio de 2013 o senador do Arizona fez uma incursão da Turquia para o norte da Síria. Objectivo: apoiar os rebeldes sírios contra o regime de Assad. Deixou-se fotografar em 31 de Maio de 2013 com os seus financiados. Nas fotografias McCain dialoga com um homem vestido de negro, barba escanhoada, mão direita no joelho, que não é outro senão o famoso Abou Bakr Al-Baghdadi, o autoproclamado Califa do Estado Islãmico, depois da queda de Mossoul. Então até disse: “os rebeldes sírios não são extremistas, conheço-os pessoalmente”. O presente é irónico para tais informações. Alguns dos conhecidos de Mccain andam a crucificar presos, a enterrar vivos mulheres e crianças, a decapitar quem se opõe.
Em 2011 visitou Benghazi na Líbia. O seu apoio aos rebeldes líbios foi um sinal da participação directa do imperialismo norte-americano no derrube de Kadhafi. E hoje a Líbia é uma nação destruída, corroída pela anarquia e a violência.
Em Maio de 2013 o senador do Arizona fez uma incursão da Turquia para o norte da Síria. Objectivo: apoiar os rebeldes sírios contra o regime de Assad. Deixou-se fotografar em 31 de Maio de 2013 com os seus financiados. Nas fotografias McCain dialoga com um homem vestido de negro, barba escanhoada, mão direita no joelho, que não é outro senão o famoso Abou Bakr Al-Baghdadi, o autoproclamado Califa do Estado Islãmico, depois da queda de Mossoul. Então até disse: “os rebeldes sírios não são extremistas, conheço-os pessoalmente”. O presente é irónico para tais informações. Alguns dos conhecidos de Mccain andam a crucificar presos, a enterrar vivos mulheres e crianças, a decapitar quem se opõe.
McCain não age por conta própria. É instrumento da diplomacia dos USA, da facção musculada e violenta dos interesses do imperialismo. A McCain poder-se-ia desejar o destino de algumas das vítimas dos seus idolatrados rebeldes sírios. Mas tal seria desumano. Quando os americanos e outros ocidentais se sensibilizam com o destino dos Yazidis, deveriam pensar um pouco se os povos não merecerão algo mais do que os poços de petróleo existentes nos espaços onde vivem.
CR


Sem comentários:
Enviar um comentário