PSD e CDS concorrem juntos às eleições europeias
Crise política serviu para os partidos que suportam o Governo terem decidido concorrer juntos às eleições europeias
Nem tudo foi mau na crise política. Talvez para dar um sinal de que o acordo de Governo alcançado é mesmo forte, Passos Coelho anunciou que PSD e CDS vão concorrer juntos às eleições europeias, que se realizam em Maio de 2014. Os dois partidos comprometem-se a apresentar um “manifesto comum” de política europeia, que servirá de base à apresentação de uma “lista única para as eleições para o Parlamento Europeu”, afirmou Passos Coelho.
Aparentemente, a crise política criada após a demissão de Paulo Portas obrigou ambos os partidos a demonstrar que o entendimento que foi atingido pelo primeiro-ministro e pelo ex-ministro demissionário é mesmo sólido. “Comprometemo-nos a apresentar um manifesto comum, em que o crescimento e o combate ao desemprego sejam prioridades”, garantiu o primeiro-ministro.
“Queremos que este manifesto sirva de plataforma comum para as eleições europeias. Iremos propor que este manifesto de política europeia seja a base de uma lista única para as eleições do Parlamento Europeu”, acrescentou ainda. Na moção que ia levar ao congresso – entretanto adiado – Paulo Portas explicava que “até ao fim de 2013, o CDS tomará a sua decisão sobre a candidatura ao Parlamento Europeu”. Para essa decisão, o partido iria fazer as “consultas previstas no acordo político com o nosso parceiro de coligação”.
Nem tudo foi mau na crise política. Talvez para dar um sinal de que o acordo de Governo alcançado é mesmo forte, Passos Coelho anunciou que PSD e CDS vão concorrer juntos às eleições europeias, que se realizam em Maio de 2014. Os dois partidos comprometem-se a apresentar um “manifesto comum” de política europeia, que servirá de base à apresentação de uma “lista única para as eleições para o Parlamento Europeu”, afirmou Passos Coelho.
Aparentemente, a crise política criada após a demissão de Paulo Portas obrigou ambos os partidos a demonstrar que o entendimento que foi atingido pelo primeiro-ministro e pelo ex-ministro demissionário é mesmo sólido. “Comprometemo-nos a apresentar um manifesto comum, em que o crescimento e o combate ao desemprego sejam prioridades”, garantiu o primeiro-ministro.
“Queremos que este manifesto sirva de plataforma comum para as eleições europeias. Iremos propor que este manifesto de política europeia seja a base de uma lista única para as eleições do Parlamento Europeu”, acrescentou ainda. Na moção que ia levar ao congresso – entretanto adiado – Paulo Portas explicava que “até ao fim de 2013, o CDS tomará a sua decisão sobre a candidatura ao Parlamento Europeu”. Para essa decisão, o partido iria fazer as “consultas previstas no acordo político com o nosso parceiro de coligação”.
Ainda assim, Portas também afirmava que “o CDS tem dois dos melhores deputados europeus” e que o “CDS não receia o desafio eleitoral para o Parlamento Europeu”. “Temos um discurso próprio, temos deputados competentes, somos um partido aguerrido”, justificava o presidente do partido, parecendo inclinar-se para uma candidatura própria, sem o PSD.
PSD e CDS “atacam” juntos 93 câmaras municipais
Passos Coelho só deveria decidir este tema após as autárquicas. Ao “i”, deputados social-democratas desvalorizaram a necessidade de concorrer com o CDS. Em 2004, os dois partidos foram juntos a votos e os resultados foram reduzidos: 33%. Em 2009, o PSD, sozinho e encabeçado por Paulo Rangel, conseguiu alcançar 32%.
Os partidos vão assim dar seguimento à coligação com que se vão apresentar em quase dois terços das 308 câmaras do País. PSD e CDS vão concorrer juntos a 93 autarquias. No total, o PSD apresenta-se coligado a votos em 103 municípios, o que representa mais 22 coligações do que nas eleições de 2009.
PSD e CDS “atacam” juntos 93 câmaras municipais
Passos Coelho só deveria decidir este tema após as autárquicas. Ao “i”, deputados social-democratas desvalorizaram a necessidade de concorrer com o CDS. Em 2004, os dois partidos foram juntos a votos e os resultados foram reduzidos: 33%. Em 2009, o PSD, sozinho e encabeçado por Paulo Rangel, conseguiu alcançar 32%.
Os partidos vão assim dar seguimento à coligação com que se vão apresentar em quase dois terços das 308 câmaras do País. PSD e CDS vão concorrer juntos a 93 autarquias. No total, o PSD apresenta-se coligado a votos em 103 municípios, o que representa mais 22 coligações do que nas eleições de 2009.
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