O QUE TÁ MAIS A BAIXO É PRA LER E BEM :
ARTUR BRANCO - ESCULTOR DE PEDRAS . | (…) serve o que digo JÁ a SEGUIR e o TEXTO do artista plástico Luis Fernando Graça pra homenagear o ESCULTOR da FOTO : Artur Branco , fabuloso criativo e homem livre entre outros homens menos livres … E SOLITÁRIO DA SERRA DOS CANDEEIROS . |
• palavras minhas (RC) : faço o ARESTAS DE VENTO há 26 anos … e sempre fiz destes CAMPEÕES da grande HARMONIA a razão maior do MESMO . | (…) tudo ao arrepio de vírus aprimorados em figuras mais OU menos estandardizadas que aparecem em tudo o que é planeta local … gasificado pela mediocridade (botam cartas com créditos umbilicais e aristocráticos … BUT … felizmente , nem todo o excremento fertiliza) . | (… ) é como digo : muitas vezes os dedos das mãos não chegam pra contar as paragens destas estirpes brilhantemente medíocres … em grupos onomásticos , partidos políticos OU afins e desatinos das terras prás coisas e das coisas prás terras . CÚM CARAÇAS … que vidinha .
• Aldous Huxley sublinha o atrás exposto : "A ditadura perfeita terá as aparências da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão"
Ricardo Cardoso
• agora sim : ARTUR BRANCO - ESCULTOR DE PEDRAS ,
De visita à Serra dos Candeeiros, conheci um escultor, filho de Amiais de Cima, Santarém, que tem a Serra como casa sua, palmilhando-a diáriamente em busca das pedras certas para o trabalho que pretende empreender. Coleccionador de Artesanato Nacional, conhece muito bem a proveniência quer de região, quer dos artistas autores das peças que possue.
Homem de sorriso fácil e coração grande, levou-me a conhecer a serra como só ele conhece, desde as marcas de dinossauro nas Pegadas do Vale dos Meios, Pé da Pedreira, até grutas na nascente do Alviela, sempre olhando para o chão e revendo pedras que já viu e reviu milhares de vezes, mas que diz serem sempre outras.
Conhecedor da serra e das pedreiras, descreve as pedras como ninguém, desde a sua dureza ao periodo de onde provém e até o seu valor de mercado. Ficaria horas a descrever o primor e o conhecimento e o amor que me foi transmitido por este homem. Botânico conhecedor, descreve as plantas e as maleitas que elas tratam com conhecimento ancestral, mostrando onde se encontram, como procurar e as caracteristicas diversas.
Na nascente do Alviela, as pedras têm outra cor, outra magia e outras histórias. Após um curto banho naquela nascente, visitámos grutas labirínticas que poucos conhecem como Artur Branco. A serra verga-se à sua passagem, sente-se o seu respirar, os espaços secretos abrem-se, como se de um “ser superior” se tratasse, conhece a serra como ninguém.
As pedras com que constrói as suas esculturas, são escolhidas a dedo, ele sabe se a pedra é do período Jurássico ou de outro qualquer, sabe que período da história do mundo a pedra representa e atribui-lhe o valor devido. Melhor, ele sabe como a Serra “nasceu”, o que fez ela ser o que é, e porque é que existem determinados vestígios que não deixam dúvidas a ninguém, explicando-os.
Os seus conhecimentos geológicos permitem-lhe dizer qual a dureza de determinada pedra e ajudam-no a escolher o material para a próxima escultura. Homem do mundo, correu o país de lés a lés, já foi músico e eremita, mas é com certeza um “filho da Serra”.
Geólogos e coleccionadores estrangeiros procuram-no para os ajudar a procurar determinados minerais e adoram as suas esculturas em pedras de dureza extrema que poucos escultores se atreveriam a trabalhar, porque este escultor só usa o escopro e a maceta, deixando as rebarbadoras e outras maquinarias de lado e em tom de gozo ainda me diz, com um sorriso a fugir por entre o bigode, “sabes Luís Fernando Graça? Ser escultor, não é só “partir” pedras, tens de as conhecer, tens de as amar”.
A obra deste escultor é um contributo extremamente importante para a Serra dos Candeeiros e para Portugal, visitem este site e vejam como se pode esculpir pedras como marmores e minerais, brechas, alpinina, moca, calcites, etc.
Jamais visitarei esta Serra sem a presença deste ícone da Serra dos Candeeiros.
Luis Fernando Graça – Artista Plástico
• agora sim : ARTUR BRANCO - ESCULTOR DE PEDRAS ,
De visita à Serra dos Candeeiros, conheci um escultor, filho de Amiais de Cima, Santarém, que tem a Serra como casa sua, palmilhando-a diáriamente em busca das pedras certas para o trabalho que pretende empreender. Coleccionador de Artesanato Nacional, conhece muito bem a proveniência quer de região, quer dos artistas autores das peças que possue.
Homem de sorriso fácil e coração grande, levou-me a conhecer a serra como só ele conhece, desde as marcas de dinossauro nas Pegadas do Vale dos Meios, Pé da Pedreira, até grutas na nascente do Alviela, sempre olhando para o chão e revendo pedras que já viu e reviu milhares de vezes, mas que diz serem sempre outras.
Conhecedor da serra e das pedreiras, descreve as pedras como ninguém, desde a sua dureza ao periodo de onde provém e até o seu valor de mercado. Ficaria horas a descrever o primor e o conhecimento e o amor que me foi transmitido por este homem. Botânico conhecedor, descreve as plantas e as maleitas que elas tratam com conhecimento ancestral, mostrando onde se encontram, como procurar e as caracteristicas diversas.
Na nascente do Alviela, as pedras têm outra cor, outra magia e outras histórias. Após um curto banho naquela nascente, visitámos grutas labirínticas que poucos conhecem como Artur Branco. A serra verga-se à sua passagem, sente-se o seu respirar, os espaços secretos abrem-se, como se de um “ser superior” se tratasse, conhece a serra como ninguém.
As pedras com que constrói as suas esculturas, são escolhidas a dedo, ele sabe se a pedra é do período Jurássico ou de outro qualquer, sabe que período da história do mundo a pedra representa e atribui-lhe o valor devido. Melhor, ele sabe como a Serra “nasceu”, o que fez ela ser o que é, e porque é que existem determinados vestígios que não deixam dúvidas a ninguém, explicando-os.
Os seus conhecimentos geológicos permitem-lhe dizer qual a dureza de determinada pedra e ajudam-no a escolher o material para a próxima escultura. Homem do mundo, correu o país de lés a lés, já foi músico e eremita, mas é com certeza um “filho da Serra”.
Geólogos e coleccionadores estrangeiros procuram-no para os ajudar a procurar determinados minerais e adoram as suas esculturas em pedras de dureza extrema que poucos escultores se atreveriam a trabalhar, porque este escultor só usa o escopro e a maceta, deixando as rebarbadoras e outras maquinarias de lado e em tom de gozo ainda me diz, com um sorriso a fugir por entre o bigode, “sabes Luís Fernando Graça? Ser escultor, não é só “partir” pedras, tens de as conhecer, tens de as amar”.
A obra deste escultor é um contributo extremamente importante para a Serra dos Candeeiros e para Portugal, visitem este site e vejam como se pode esculpir pedras como marmores e minerais, brechas, alpinina, moca, calcites, etc.
Jamais visitarei esta Serra sem a presença deste ícone da Serra dos Candeeiros.
Luis Fernando Graça – Artista Plástico

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