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sábado, 22 de dezembro de 2012



Portugal nas mão de bandidos


Tinha que dar nisto! Quando se coloca um país nas mão de bandidos, ele acaba vendido, espoliado, com milhões de cidadãos roubados para encher os bolsos aos membros do bando.
Em casos extremos, como o nosso, em que os bandidos padecem de um fanatismo patológico, o país pode mesmo acabar desfigurado geográfica e historicamente, com milhares e milhares de portugueses a ter que pensar duas vezes antes de dizerem onde nasceram, não vá a sua freguesia de nascimento ter sido extinta pela paranoia demagógica e mentirosa destes bandalhos... isso para além das dificuldades acrescidas para a vida de populações inteiras, desviadas das suas tradições, rotinas de vida, serviços públicos, etc., etc., etc.
Não, não vivemos uma época edificante! Como se não bastasse, vem, mais uma vez, o que faz de primeiro-ministro da quadrilha... tentar colocar o peso da culpa sobre os ombros dos portugueses.
Desta vez, o canalha espera que 2013 «seja um ano em que as pessoas vençam o pessimismo e não acrescentem dificuldades àquelas que já temos», insinuando que somos nós quem origina a crise e as dificuldades por que estamos a passar. Insinuando que o estado miserável da sua governação não passa, afinal, de um “estado de espírito”, de que é o povo, “piegas e pessimista”, o único culpado.
Não satisfeito com isso, acrescenta ainda o canalha que «às vezes parece que há quem queira mais pessimismo e mais dificuldades»... a velha e fascista calúnia contra todos os que se opõe à política oficial e cometem o “crime” de anunciar, com antecedência, os seus resultados nocivos.
Pessoalmente, não quero nem mais “pessimismo” nem mais “dificuldades”. Provavelmente, nem sempre sei sequer aquilo que quero… excepto quanto ao futuro deste miserável que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e da sua abjecta quadrilha. Isso sei muito bem!!!

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