São Brás de Alportel com novas taxas de água e recolha de lixo
09-12-2011 11:27:00
Os novos preços passaram a ser cobrados a 1 de novembro e já constam da futura deste mês e, segundo o município, procuram responder à imposição legal que obriga os municípios à adequação dos seus tarifários a nova legislação, de acordo com os princípios da recuperação de custos.
Em casa está a sustentabilidade dos recursos hídricos, com a penalização dos desperdícios e os consumos mais elevados e a valorização de resíduos, incentivando a adesão dos utilizadores finais aos sistemas de recolha seletiva de materiais e à valorização de resíduos, salienta o executivo liderado por António Eusébio.
O Município garante ainda que pretendeu, simultaneamente, “conferir maior rigor, justiça e solidariedade no pagamento destes serviços, o novo tarifário implementa novos critérios, ajustados aos diferentes consumidores”.
Assim, criou um tarifário através do qual “paga mais quem mais consome mais polui e paga menos quem tem maiores dificuldades”, procurando ainda obter melhores serviços, com maior respeito pelo ambiente.
Contudo, “a Câmara Municipal tem um custo anual global que ascende a perto de 2 milhões de euros, sendo que as receitas cobradas pela autarquia cobrem apenas cerca de 80% das despesas, suportando a autarquia mais de 20% destes custos, para assegurar, à população o abastecimento de água, saneamento e recolha e encaminhamento de resíduos sólidos”.
O novo tarifário esta disponível aqui .
Os novos preços passaram a ser cobrados a 1 de novembro e já constam da futura deste mês e, segundo o município, procuram responder à imposição legal que obriga os municípios à adequação dos seus tarifários a nova legislação, de acordo com os princípios da recuperação de custos.
Em casa está a sustentabilidade dos recursos hídricos, com a penalização dos desperdícios e os consumos mais elevados e a valorização de resíduos, incentivando a adesão dos utilizadores finais aos sistemas de recolha seletiva de materiais e à valorização de resíduos, salienta o executivo liderado por António Eusébio.
O Município garante ainda que pretendeu, simultaneamente, “conferir maior rigor, justiça e solidariedade no pagamento destes serviços, o novo tarifário implementa novos critérios, ajustados aos diferentes consumidores”.
Assim, criou um tarifário através do qual “paga mais quem mais consome mais polui e paga menos quem tem maiores dificuldades”, procurando ainda obter melhores serviços, com maior respeito pelo ambiente.
Contudo, “a Câmara Municipal tem um custo anual global que ascende a perto de 2 milhões de euros, sendo que as receitas cobradas pela autarquia cobrem apenas cerca de 80% das despesas, suportando a autarquia mais de 20% destes custos, para assegurar, à população o abastecimento de água, saneamento e recolha e encaminhamento de resíduos sólidos”.
Observatório do Algarve.

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