AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011




Algarve produz 1200 toneladas de frutos vermelhos para o norte da Europa
28-12-2011 

A produção de frutos vermelhos no Algarve está em expansão, com a grande maioria das 1200 toneladas comercializadas em 2011 pela organização de Produtores Madrefruta a terem como destino o Norte da Europa.    

“Este ano de 2011 temos cerca de 600 toneladas de framboesa e 600 de morango e daqui por cinco anos teremos 2500 toneladas de cada fruto”, estimou o diretor geral do grupo Hubel, Humberto Teixeira.
O Grupo Hubel, com sede em Pechão (Olhão), arrancou com a produção agrícola em 1996 para testar os conhecimentos das outras empresas do grupo nas áreas da irrigação e da nutrição vegetal e é hoje a que mais contribui para o total de frutos vermelhos - morango, framboesa e amora - que o Algarve exporta anualmente.
Segundo o diretor geral, as empresas agrícolas, cuja produção é toda comercializada através da Organização de Produtores Madrefruta vai ter em 2011 um volume de negócios de cerca de seis milhões de euros.
As empresas de produção agrícola da Hubel, que vendem para a Madrefruta, têm um volume de vendas para a organização de cerca de 1,8 milhões.
Humberto Teixeira explicou que “os frutos vermelhos tiveram evolução significativa neste ano de 2011” devido à opção tomada, em conjunto com a Driscoll’s (parceiro que desenvolve variedades destes frutos e comercializa para a Europa), de produzir no período de inverno, de janeiro a abril.
“E foi conseguir fazê-lo nesta fase do ano que fez dar o salto e passar de quatro milhões para seis”, destacou.
O responsável explicou que os fatores que levaram ao sucesso destas produções foram a aposta no conhecimento, na inovação técnica e em trabalhadores qualificados.
O primeiro teste foi com o morango e, em simultâneo, nasceu a parceria com a Driscoll’s, que Humberto Teixeira disse ser “o maior operador a nível mundial e um operador muito importante que se instalou na Europa, particularmente em Portugal e no sul de Espanha”.
Foi fruto dessa parceria e da integração dos conhecimentos mútuos que se introduziu a cultura da framboesa, que no Algarve só existia como fruto silvestre.
O plano de comercialização da empresa prevê quintuplicar a produção até 2016.
Observatório do Algarve

Sem comentários: