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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


As viúvas


Nunca teremos chegado a entender o homem! O número e a intensidade do desgosto desesperado (e ridículo) das centenas de viúvas que José Sócrates deixou, mostra bem o poder dessa espécie de “magnetismo” com que o ex-primeiro-ministro encantou alguns milhares de seguidores.
Não! Não estou a fazer qualquer espécie de insinuação de cariz sexual sobre a figura do afastado político. Não o fiz antes, não iria começar agora. Era uma coisa idiota antes, não o seria menos agora.
Porém, se virmos a violência com que algumas dessas “viúvas inconsoláveis” ainda reagem a qualquer reparo que se faça a seu propósito (ainda nesta última vez levei com dois “comentários” de ódio, que publiquei... mais uns quinze que foram diretamente para o lixo, tal o nível de abjeção da linguagem), pressentimos que ali há qualquer coisa de “físico”, ou de “místico”.
De ideológico não é certamente, já que isso foi coisa que raramente terá habitado o esconso espaço vago que o atual estudante não sei de quê, numa universidade não sei das quantas (ah!... mas de Paris, que é coisa fina!), tem sobre os ombros e entre as orelhas.
Há que compreender a grande incomodidade de muita desta gente. Estão conscientes de que não podem fazer qualquer tipo de oposição a este governo miserável a que abriram o caminho com as políticas que impuseram ao país nos últimos seis anos. Não podem... a menos que tenham memória de “gupi”, ou uma falta de vergonha sem medida... ou que se chamem António José Seguro.


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