AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Os perfis dos consumidores de pornografia infantil O crime de pornografia infantil foi tipificado em 2007 e, desde então, a Polícia Judiciária já investigou 71 pessoas.

Os perfis dos consumidores de pornografia infantil

O crime de pornografia infantil foi tipificado em 2007 e, desde então, a Polícia Judiciária já investigou 71 pessoas. Na sua edição desta sexta-feira, o jornal Público explica quais são os três tipos de perfis que consomem pornografia infantil e explica a diferença entre os consumidores de pornografia e os agressores sexuais.
PAÍS
Os perfis dos consumidores de pornografia infantil
Reuters

O trabalho de pesquisa permitiu não só estabelecer os três perfis de consumidores de pornografia, como também estabelecer a diferença entre estas pessoas e os agressores sexuais: os primeiros são mais instruídos do que os segundos, tendo, na sua maioria, fantasias sexuais relacionadas com a pedofilia e o sadismo e sofrendo ainda de transtornos de personalidade.
Ontem, na conferência mundial da IATSO (International Association for the Treatment os Sewual Offenders), as investigadoras do Gabinete de Psicologia e Seleção da Escola da Polícia Judiciária falaram sobre o estudo que estão a realizar.
Assim, concluíram, com base na investigação de casos de pessoas que produziram, exibiram, exportaram ou importaram pornografia infantil, que existem três tipos de pessoas que incorrem neste crime.
O perfil mais comum (42%) diz respeito a jovens com idades entre os 20 e os 30 anos. Estes indivíduos têm fantasias sexuais que se distanciam dos comportamentos sexuais que são geralmente aceites pela sociedade e foram apanhados pelas autoridades com imagens eróticas ou sádicas de crianças até aos seis anos de idade, incluindo recém-nascidos.
O segundo perfil mais habitual é o chamado ‘misto’ (39%), no qual se encontram os agressores online com registo de agressões sexuais offline. Os indivíduos deste grupo foram apanhados com imagens de raparigas entre os 12 e os 18 anos. Alguns, por razões económica, vendiam o material.
Por fim, o último perfil é o chamado ‘exploratório’ (19%) e engloba pessoas com mais de 50 anos que preferem imagens eróticas a pornográficas, sendo que o fazem por curiosidade.
Com este estudo, pretende-se descobrir uma forma de prevenir que estes indivíduos “passem do uso online, que por si só é crime, para o contacto físico com as crianças e adolescentes”, referiu Raquel Guerra, uma das investigadoras, citada pelo Público.

Sem comentários: