POR JOSÉ SIMÕES

A questão colocada pela deputada Mariana Mortágua ao vice-primeiro-ministro Paulo Portas, "Como é que a troika não deu pelo BES?", e que o vice-pantomineiro Paulo Portas logo tratou de devolver à deputada Mariana Mortágua, "Como é que atroika não deu pelo BES?", falha na forma como foi elaborada e colocada e que devia ter sido: "Como é que a troika, vinda do "nada" e poucos dias após ter caído de para-quedas na Portela, já tinha um "caderno de encargos" elaborado, minucioso e detalhado ao ponto de ir desde os administradores das malfadadas fundações até aos pacemaker usados nos hospitais passando pelos rolos de papel higiénico da casa de banho de uma qualquer subsecretaria de Estado do ministério da ida ao pote, e o BES lhe passou ao lado? Se calhar por ter havido um "lapso involuntário" da parte dos homenzinhos do "sentido de Estado" a caminho do ministério das Finanças, naquele frenético leva e trás de segredinhos aos ouvidos do "senhor olhos azuis", imbuídos da responsabilidade de "haver dinheiro para pagar salários e pensões" mas não querendo fazer muitas ondas esquecidos sobre o pagamento do salário e da pensão do líder e mais contribuições avulsas com nomes de trocadilhos de anedotas brejeiras.
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