AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

CTT serão os terceiros correios da Europa a ser vendidos Quando o processo de privatização dos CTT estiver concluído Portugal tornar-se-á no terceiro Estado europeu num conjunto de 31 países a ter alienado os seus serviços de correio,

CTT serão os terceiros correios da Europa a ser vendidos

Quando o processo de privatização dos CTT estiver concluído Portugal tornar-se-á no terceiro Estado europeu num conjunto de 31 países a ter alienado os seus serviços de correio, noticia o jornal i. O negócio deverá avançar até ao final do ano, apesar de o Executivo ainda não ter escolhido o modelo de venda.
ECONOMIA
CTT serão os terceiros correios da Europa a ser vendidos
Reuters

O processo de venda dos 31,5% de capital ainda nas mãos do Estado português deverá estar concluído até ao final do ano, apesar de ainda não estar escolhido o modelo de venda.
A conclusão sobre a falta de tradição europeia neste tipo de ‘transações’ está espelhada no relatório final que acompanha uma petição ao Parlamento, nascida pela mão do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, que defende que o negócio não vá avante.
No mesmo documento, ontem entregue na Comissão de Economia e Finanças, pode ainda perceber-se que, no universo dos 31 Estados europeus estudados, apenas oito empresas de correios têm na sua composição alguma forma de capital privado. Alemanha e Reino Unido cederam o controlo a investidores privados, concluindo-se assim que “a maioria dos países europeus optou por manter no Estado a totalidade ou a maioria do capital das empresas de serviços postais”. 

Sem comentários: