“A saída do PDE põe fim a um instrumento de chantagem e pressão, mas não será muito suficiente para que a União Europeia deixe de chantagear Portugal”, afirmou o comunista, em declarações aos jornalistas no Parlamento.
Reiterando a posição de princípio do PCP — os comunistas nunca reconheceram o problema do défice do país como o mais premente –, João Oliveira elegeu como prioridades a aposta na produção nacional, a renegociação da dívida e o controlo público dos setores estratégicos como único caminho para a resolução do problema de “dependência externa do país”.

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