“Sem acordo, não vai nem mais um tostão para o FMI”
“As quatro prestações para o FMI em junho são de 1600 milhões de euros. Este dinheiro não será entregue, porque não está disponível para ser pago”, afirmou o ministro Nikos Voutsis à Mega TV.
Voutsis acrescentou que continua com um “otimismo moderado” em que um acordo pode ser alcançado com os credores até lá, que ”permita ao país respirar”.
Atenas viu o financiamento cortado em agosto passado pelos credores e espera desde então pelos 7200 milhões de euros que correspondem ao montante do empréstimo acordado e à parte grega nos lucros do BCE com a dívida do país, que as instituições se têm negado a pagar e usam como arma para forçar o governo a aceitar o que o povo rejeitou nas urnas: as políticas do fracassado “memorando da troika”.
Sem comentários:
Enviar um comentário