SEM PAPAS NA LÍNGUA
AO CERTO, CERTO, NINGUÉM SABE O ORDENADO DE UM DEPUTADO.
OS ESCÂNDALOS DE FAMILIARES NO GOVERNO E O QUE O POVO NUNCA SABE NEM CHEGARÁ A SABER
Só quando eles arrilham o dente e se envolvem às dentadas é que o povo sabe de algumas das falcatruas, das vigarices, das jogadas políticas que se fazem nas suas costas.
Até lá, os que andam nos meios políticos vão coleccionando e guardando a merda para servir de arremesso político que quase sempre é em vésperas de eleições.
Claro que muitos dos senhores deputados sabem de muita coisa que poderiam dizer ao povo mas antes de fazê-lo entram em negociatas, em trocas (como se fossem cromos de futebol) em negócios de contra partidas e naturalmente chegam a acordos (facadas nas costas do povo) para que não saiam para a plebe, o lixo de que muitos fazem parte.
Imaginemos que se o PSD não andasse louco para voltar ao governo que toda esta coisa dos familiares para cargos governativos tomasse as proporções que tomou.
Não ! se o PSD não vomitasse, se a Cristas não se alvoraçasse com a mira do poder toda a gente se calaria e os senhores dos partidos sabiam-no perfeitamente e calariam em família todos estes tachos, todas estas tropelias e todo este prejuízo que nós pagamos.
Afinal COM POUCAS EXCEPÇÕES todos eles querem mais, afinal todos eles têm mordomias e nunca sofreram qualquer tipo de austeridade e todos eles se azedam e mostram má cara quando o povo pobre e sem nada, os critica nos salários, nas mordomias, nas benesses que usufruem.
Estala o verniz quando se aborda a vida de politicos sejam eles da governação ou os de cu quente na Assembleia da Republica.
Não gostam ! acham-se superiores, intocáveis e merecedores do que ARRECADAM enquanto o povo tudo paga e vive de migalhas que quase eles exigem que lhes agradeçam com submissão, voto e vénias.
Passada a histeria da caça ao voto burguês, as comissões de inquérito viciadas, as interpelações para freguês ver, tudo volta ao mesmo e até duplica. Novas leis, novos impostos dissimulados, nascem para lixar a vida dos que aceitam estas políticas sem se revoltarem
António Garrochinho

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