Amiga, respeito os teus sentimentos em relação aos animais selvagens, mas têm de ser mais abrangentes, pois aqueles que são para a nossa alimentação ou não, têm os mesmos direitos. Quando falo em animais, falo de todos, não só dos que são bonitos e “fofinhos” mas também dos répteis e insectos pelos quais a maior parte de nós tem medo ou repulsa.
A vida é só uma, desenvolveu-se foi nas mais variadas formas. Os vegetarianos que dizem ser pela vida e contra quem come animais, estão também a comer vida porque o reino vegetal é vivo.
A VIDA no sentido lato, desenvolveu-se e desenvolve-se alimentando-se dela própria.
Por isso todo o ser vivo é um predador, para poder sobreviver e reproduzir-se, para que a vida continue a avançar.
O homem é neste momento o expoente máximo da vida e o vértice da pirâmide dos predadores, mas não se esqueça que os herbívoros são predadores do mundo vegetal e repetindo, todos os seres vivos são predadores.
Grande parte desta discussão tem origem na oposição entre duas culturas diferentes, a rural e a urbana. O mundo urbano ao contrário do mundo rural, afastou-se muito rapidamente dos problemas da preservação da vida, come os animais que compra nos supermercados, mas é incapaz de os matar (alguém que faça esse trabalho “sujo”). No fundo é o mundo rural que alimenta o mundo urbano (cria e mata os animais de que o mundo urbano se alimenta).
É por isso que existem muitos mais caçadores no mundo rural que no mundo urbano, os urbanos fazem-se muitas vezes caçadores por moda e status ou porque a sua raiz rural ainda está, mais ou menos, intacta.
O argumento de que o homem é um ser inteligente, não colhe porque a vida é inteligente nos mais variados graus nas mais variadas espécies, além disso o instinto de sobrevivência, em circunstancias extremas, leva a que qualquer ser humano mate para se alimentar.
Amiga, também luto contra os maus tratos aos animais. No entanto sou mais abrangente do que tu, enquanto tu és defensora dos animais, eu sou defensor da VIDA, que inclui o mundo vegetal também. Tu não comes carne mas alimentas-te de vegetais, o que é normal, pois para viveres tens de consumir vida.
Quando digo que sou defensor da vida, quero dizer que sou pelo avanço da vida por reprodução e pelo seu desenvolvimento genético.
Repetindo, a VIDA existe tão simplesmente porque se alimenta de si mesma, (é autofágica).
Para mim todos os predadores são essenciais à vida, em especial o Homem, por ser neste momento, o topo do desenvolvimento da VIDA.
Agora no meio desta polémica está um dado importante que precisa de ser trazido à colação e que é a diferente MORAL que cada cultura possuí.
O mundo rural e o mundo urbano têm morais diferentes, enquanto a morte de animais para a alimentação, é normal no mundo rural, está a deixar de o ser no mundo urbano.
A moral também se modifica com o tempo, exemplo disso é a modificação produzida nas crianças depois do aparecimento dos filmes do Walt Disney em que os animais são lindos, pestanudos e “fofinhos” e por isso impensável caça-los e come-los.
É por isso que para mim comer animais ou vegetais é exatamente o mesmo, estou a comer vida, fundamental para a preservação da espécie humana.
Um abraço
A vida é só uma, desenvolveu-se foi nas mais variadas formas. Os vegetarianos que dizem ser pela vida e contra quem come animais, estão também a comer vida porque o reino vegetal é vivo.
A VIDA no sentido lato, desenvolveu-se e desenvolve-se alimentando-se dela própria.
Por isso todo o ser vivo é um predador, para poder sobreviver e reproduzir-se, para que a vida continue a avançar.
O homem é neste momento o expoente máximo da vida e o vértice da pirâmide dos predadores, mas não se esqueça que os herbívoros são predadores do mundo vegetal e repetindo, todos os seres vivos são predadores.
Grande parte desta discussão tem origem na oposição entre duas culturas diferentes, a rural e a urbana. O mundo urbano ao contrário do mundo rural, afastou-se muito rapidamente dos problemas da preservação da vida, come os animais que compra nos supermercados, mas é incapaz de os matar (alguém que faça esse trabalho “sujo”). No fundo é o mundo rural que alimenta o mundo urbano (cria e mata os animais de que o mundo urbano se alimenta).
É por isso que existem muitos mais caçadores no mundo rural que no mundo urbano, os urbanos fazem-se muitas vezes caçadores por moda e status ou porque a sua raiz rural ainda está, mais ou menos, intacta.
O argumento de que o homem é um ser inteligente, não colhe porque a vida é inteligente nos mais variados graus nas mais variadas espécies, além disso o instinto de sobrevivência, em circunstancias extremas, leva a que qualquer ser humano mate para se alimentar.
Amiga, também luto contra os maus tratos aos animais. No entanto sou mais abrangente do que tu, enquanto tu és defensora dos animais, eu sou defensor da VIDA, que inclui o mundo vegetal também. Tu não comes carne mas alimentas-te de vegetais, o que é normal, pois para viveres tens de consumir vida.
Quando digo que sou defensor da vida, quero dizer que sou pelo avanço da vida por reprodução e pelo seu desenvolvimento genético.
Repetindo, a VIDA existe tão simplesmente porque se alimenta de si mesma, (é autofágica).
Para mim todos os predadores são essenciais à vida, em especial o Homem, por ser neste momento, o topo do desenvolvimento da VIDA.
Agora no meio desta polémica está um dado importante que precisa de ser trazido à colação e que é a diferente MORAL que cada cultura possuí.
O mundo rural e o mundo urbano têm morais diferentes, enquanto a morte de animais para a alimentação, é normal no mundo rural, está a deixar de o ser no mundo urbano.
A moral também se modifica com o tempo, exemplo disso é a modificação produzida nas crianças depois do aparecimento dos filmes do Walt Disney em que os animais são lindos, pestanudos e “fofinhos” e por isso impensável caça-los e come-los.
É por isso que para mim comer animais ou vegetais é exatamente o mesmo, estou a comer vida, fundamental para a preservação da espécie humana.
Um abraço
Diogo Ferreira in facebook


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