Estar do lado do povo oprimido, estar ao lado dos que são explorados e se revoltam é estar solidário com os povos e não com os "pulhas" os assassinos, a gente reles que manda nas nações.
Há uma enorme confusão em confundir países, os seus governos e as suas gentes.
A imprensa burguesa, os PROTAGONISTAS DE DETERMINADAS POLÍTICAS SERVIS tudo fazem para que continuamos às cegas e nos odiamos uns aos outros enquanto os privilégios a uma minoria e às políticas fascistas e criminosas avançam.
O povo explorado, vítima das políticas do capitalismo, do fascismo e do imperialismo é o mesmo em todo o mundo.
Não há na escolha por parte do capitalismo a qualquer corrente ideológica, religiosa, que lhe seja grata quando desobedece.
TODOS PAGAMOS PELA MEDIDA GROSSA E MAIS PAGAMOS AINDA QUANDO EM LUGAR DE NOS UNIRMOS NOS DESUNIMOS.
A política meramente eleitoralista serve o GRANDE poder e serve também os pequenos poderes, ou seja: SERVE SEMPRE UMA MINORIA que depois usa demagogia e mentiras para manter o seu eleitorado submisso e logo as regalias dos dirigentes.
Ouvimos, lemos, por vezes, que se deseja e se reivindica o poder político mas as acções, a prática são sempre economicistas e não passam de mera sinalização de influências onde quem acaba por beneficiar dessa estratégia e desse jogo são um grupo(s) e não um povo.
António Garrochinho

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