A chamada Marcha pela Liberdade foi organizada pelo partido de centro-direita Plataforma Cívica (PO, sigla em língua polaca).
O líder da PO, Grzegorz Schetyna, apelou a “uma Polónia democrática, pro-europeia, de amigos e parceiros e não com inimigos.”
Representantes de outros partidos políticos marcaram também presença na manifestação.
A PO superou, segundo uma sondagem do final do mês de abril, os conservadores do Lei e Justiça nas intenções de voto, com 31% das intenções contra 29%. É a primeira vez que o partido Lei e Justiça não figura no primeiro lugar das intenções de voto desde as eleições de 2015.
Segundo a câmara municipal de Varsóvia, governada pela PO, cerca de 70 mil pessoas participaram na Marcha pela Liberdade. Segundo a polícia, apenas 9 mil.
A manifestação é uma reação a um conjunto de leis do Governo tendo em vista o Tribunal Constitucional, o sistema de justiça polaco, a educação e outras instituições democráticas.
As reformas impostas pelo Governo têm sido motivo de preocupações na União Europeia, que fala em atentado contra o Estado de Direito.
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