Joaquim Alberto Rodrigues (facebook)
Esta “matraca”, concebida nas graças da ditadura e beatificada na generosidade da democracia, andou décadas a preparar a sua candidatura, e agora tem o desplante e a ousadia ridícula de dizer aos portugueses que não precisa de cartazes! Se não é uma ofensa, será certamente uma profunda desonestidade!
Beneficia há décadas dos amores embebecidos da Judite de Sousa e, concordemos, de todas as televisões. Tem as empresas de sondagens a fabrica-lo e a vende-lo como o independente dos independentes. Tem o patronato, tem os DDTS da finança e do mercado, tem Ricardo Salgado, tem o frenesim de Coelho e Portas, tem o desprezível Cavaco, tem um enorme bando de jornalistas e comentadores medíocres, tem a maçonaria, tem a opus dei, e porventura ainda terá a igreja católica, apostólica e romana a apoia-lo, tem o arrojo de pretender vender aos portugueses a ideia peregrina de que é independente, que é confiável e que é digno de representar e dignificar os portugueses?
Não precisamos de ser professores doutores, para constarmos que as televisões estão a branquear o seu percurso partidário duma forma absolutamente indecente e inaceitável.
Mas o mais grave é apresentar este troca-tintas como um estadista predestinado a representar os portugueses.
Mas os truques não ficam por aqui. Tal como foi feito para com a PAF, as televisões e os jornalistas alinhados, quando entrevistam os seus homens prediletos, são moles, são doces e muito pouco agressivos e assertivos.
É uma candura absolutamente surpreendente!
Mas os truques não ficam por aqui. Em presença do seu preferido, escolhem m angulo de projeção mais próximo e mais intimista que leve o seu candidato a entrar mais facilmente nos lares dos portugueses.
Esta técnica é sibilina e cuidadosamente estudada, mas é absolutamente inaceitável, muito especialmente nos canais públicos.
JR
JR

Sem comentários:
Enviar um comentário