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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Muçulmanos protegem cristãos de ataque


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Um grupo de muçulmanos recusou ser separado dos cristãos com quem seguiam num autocarro, no Quénia, e evitaram assim que fossem atacados por radicais islâmicos.
 

Homenagem aos 148 mortos no ataque à universidade de Garissa feito pelo al-Shabab, grupo suspeito do atentado desta segunda-feira

A emboscada foi montada por terroristas islâmicos armados, esta segunda-feira, no Quénia, perto da fronteira com a Somália. De acordo com testemunhas citadas pela BBC, pararam um autocarro e ordenaram aos passageiros que se dividissem em dois grupos: muçulmanos de um lado, cristãos do outro.

Mas o plano dos radicais saiu gorado quando os muçulmanos se recusaram a obedecer. "Matem-nos a todos, ou deixem-nos em paz", contou um responsável público local aos meios de comunicação quenianos. Duas pessoas acabaram por morrer, em circunstâncias ainda não completamente esclarecidas.
O atentado não foi reivindicado, mas a milícia somali al-Shabab é muito ativa naquela região do Quénia. Em abril deste ano, foi responsável pelo ataque à universidade de Garissa, onde 148 pessoas morreram. Nesse ataque, testemunhas também disseram que os terroristas separaram os cristãos dos muçulmanos, deixando fugir estes últimos.
Há perto de um ano, um outro ataque num autocarro matou 36 pessoas, de confissões religiosas que não a muçulmana. Eram sobretudo cristãos que viajavam para a capital do Quénia, Nairobi, para celebrar o Natal.

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