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domingo, 6 de dezembro de 2015

Duas regiões de França prestes a cair nos braços da tia e da sobrinha Le Pen


Os atentados de Paris encaixaram como uma luva no discurso da Frente Nacional, que ameaça obter vitórias inéditas nas eleições regionais. Mas há uma grande mobilização contra o partido de extrema-direita.
Marine Le Pen, à direita na fotografia, e Marion Marechal Le Pen VALERY HACHE/AFP
Tia e sobrinha, Marine Le Pen e Marion Maréchal Le Pen são desta vez dadas como verdadeiras favoritas para conquistar a presidências de duas grandes regiões francesas, se não já este domingo, então na segunda volta daqui a uma semana. Os atentados em Paris de 13 de Novembro, em que morreram 130 pessoas, voltaram do avesso a campanha eleitoral e impuseram os temas caros ao partido de extrema-direita Frente Nacional, da segurança, do terrorismo, da imigração, transformando o debate, que passou a ser sobre política nacional.Marine Le Pen, a líder da Frente Nacional (FN), não esconde que uma vitória na região Norte-Pas-de-Calais-Picardia seria apenas mais um passo na viagem da ascensão daquele que é o seu verdadeiro objectivo — ganhar credibilidade e capital político para chegar à vitória nas eleições presidenciais de 2017.
A nível nacional, a FN é dada como vencedora, com 30% dos votos,  e ganhadora em seis regiões na primeira volta. Marine Le Pen tem motivos para estar animada — na região pela qual concorre, tem cerca de 41% dos votos na primeira volta, enquanto Xavier Bertrand, do centro direita (Os Republicanos), tem 30% e Pierre de Saintignon, do PS, 29%. 
Viu o seu discurso justificado por várias medidas tomadas pelo Presidente François Hollande após a declaração do estado de emergência. Por exemplo, a extensão dos motivos de retirada da nacionalidade, ou o restabelecimento do controlo nas fronteiras. “Quando se vê um Presidente da República virar as costas a todas as suas ideias e assumir medidas que eram propostas pela FN, há algo de espantoso, é uma homenagem à FN, que ganha credibilidade”, afirmou Marine Le Pen, citada pelo Le Monde.
A julgar pelo que dizem os muitos inquéritos sobre as intenções de voto, a FN e os seus candidatos vão beneficiar dessa credibilidade. Não surpreende assim que Marion Maréchal Le Pen — deputada na Assembleia e já uma figura nacional, apesar da sua juventude — seja dada como vencedora na região de Provence-Alpes-Côte d’Azur, onde herdou a posição de cabeça-de-lista do seu avô caído em desgraça no partido, Jean-Marie Le Pen. Nesta zona do Sul de França fica o feudo tradicional da FN, que se tem alargado.
“A FN está às portas do poder em duas grandes regiões que podem tornar-se bases sólidas para se aproximar do poder a nível nacional”, declarou ao Libération Jean-Michel Bretonnier, redactor-principal do principal jornal do Norte de França, La Voix du Nord, que desta vez se assumiu claramente contra o partido das Le Pen. Fê-lo não só em editorial como numa série de trabalhos em que pretende desmascarar o que é o partido e quais são as suas intenções, desincentivando os eleitores de lhe darem o seu voto. “A situação é inédita”, afirmou, para justificar esta tomada de posição do seu jornal.
“Nem-nem” de Sarkozy
A campanha eleitoral foi interrompida a seguir aos atentados de Paris e depois os s outros partidos para além da FN deixaram de fazer grandes comícios, por respeito com o grande número de mortos — preferem organizar “encontros cidadãos”, em salas pequenas, tipo sessões de esclarecimento e convívio com os eleitores. Agora, estas duas regiões são dadas quase como ganhas pelas Le Pen. “Em muitas cabeças, Marine Le Pen já ganhou, porque há um desespero generalizado, a classe política parece completamente desligada”, disse ao Le Monde um reformado da região Norte-Pas-de-Calais-Picardia que contou ainda ter “chorado” ao descobrir o valor da sua pensão.
Estes são os eleitores de uma região de seis milhões de habitantes, que era tradicionalmente de esquerda, mas hoje é uma terra economicamente deprimida, onde a desindustrializada fez feridas, e um milhão de pessoas vive abaixo do nível da pobreza. Aqui, já há anos que a FN e Marine Le Pen conquistam terreno. 
Agora Le Pen tem excelentes hipóteses de ficar à frente da região — a não ser que o PS tenha votos suficientes para passar à segunda volta e desista a favor de Xavier Bertrand, o ex-ministro de Nicolas Sarkozy e Jacques Chirac que concorre pelo partido de centro-direita.

1 comentário:

separatista-50-50 disse...

manifesto em divulgação


Introdução:
-» Corridas demográficas... não me diz nada.
-» Ficar à mercê do pessoal das corridas demográficas... também não me diz nada.
[nota: os 'globalization-lovers' que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa]
-» Um caso de BANDALHEIRA: pessoal que não se preocupa com a construção duma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher)... critica a repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, defende que... se deve aproveitar a 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países {nota: 'boa produção' essa... que foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres - ex: islâmicos}... para resolver o deficit demográfico na Europa!?!?!
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Resumindo: há que pensar no separatismo... e há que pensar numa boa gestão dos recursos humanos.
[nota: tal como eu explico no blog "http://existeestedireito.blogspot.pt/", promover a Monoparentalidade - sem 'beliscar' a Parentalidade Tradicional (e vice-versa) - é EVOLUÇÃO NATURAL DAS SOCIEDADES TRADICIONALMENTE MONOGÂMICAS]



1. TERRAPLANAGEM DE IDENTIDADES
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Os Nazis-Económicos (nazis-made-in-USA) terraplanam Identidades atrás de Identidades Autóctones de forma insaciável...
-» Quando se fala no (legítimo) Direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones [nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico'... Inclusive as economicamente pouco rentáveis...] nazis-made-in-USA - desde há séculos com a bênção de responsáveis da Igreja Católica - proclamam logo: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia...»
[nota: os nazis-made-in-USA provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]
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Ora, de facto:
A elite da finança e das corporações está apostada em destruir a Nações.
Armadilhou o sul da Europa pelo endividamento, quer com a colaboração de políticos medíocres, quer fazendo os estados resgatar com o seu dinheiro a corrupção financeira. Eles querem destruir as soberanias... dividir/dissolver as Identidades para reinar... tudo para criarem uma "massa amorfa" de gente inerte, pobre e escravizada e assim melhor estabelecerem a Nova Ordem Mundial: uma nova ordem a seguir ao caos – uma ORDEM MERCENÁRIA (um Neofeudalismo)... ou seja, a 'Ordem Natural' que emerge de um 'barril de pólvora' (leia-se, o caos organizado pela alta finança).
---» Andam por aí muitas marionetas... cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da superclasse - alta finança, capital global.



2. SOBREVIVÊNCIA DE IDENTIDADES AUTÓCTONES

Nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim... a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros.
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Existem ´globalization-lovers´... e existem ´globalization-lovers´ nazis (estes buscam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones).
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Uma questão é a ajuda a refugiados... uma outra questão são os NAZIS que usam a questão dos refugiados para propagandear/negar o Direito à Sobrevivência de outros...
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Pelo Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones:
-» http://separatismo--50--50.blogspot.com/
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P.S.
Apesar da existência de montes de problemas... EXISTEM PESSOAS QUE NÃO ABDICAM DE DEFENDER A SALVAGUARDA DE DIREITOS!
---» Outros Direitos que aqui o je vem divulgando já há alguns anos:
- O Direito à Monoparentalidade em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas: ver blog "http://tabusexo.blogspot.com/".
- O Direito ao Veto de quem Paga: ver blog "http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/".