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quarta-feira, 30 de abril de 2014

NOS 40 ANOS DO 25 DE ABRIL 09 - Fátima, Futebol, Telenovelas, Touradas e Reality Shows ou os jogos de BANCAda com ou sem pancada !

NOS 40 ANOS DO 25 DE ABRIL 09 - Fátima, Futebol, Telenovelas, Touradas e Reality Shows ou os jogos de BANCAda com ou sem pancada !

escreve victor malheiro dias

1. Hoje em dia, os bancos funcionam de uma forma que não possui nenhuma espécie de justificação moral e que oscila entre o jogo de casino e a actividade predatória contra os trabalhadores, protegidos por políticos sem escrúpulos. Verdadeiros atentados à liberdade que ninguém esperava ter de suportar 40 anos depois do
 25 de Abril.

2. - Ontem, ao ouvir as buzinadelas, pensava em quantos adeptos deste ou de outro clube, loucos de alegria pelo resultado de um jogo que em nada modificaria a sua vida, estariam dispostos a sair à rua para defender o aumento do salário mínimo, o aumento das pensões, o fim das propinas ou o pleno emprego. Quantas dessas pessoas seriam capazes de vir para as ruas exigir o fim da pobreza? Quantas dessas pessoas viriam para a rua indignadas pelos milhares de crianças que passam fome? Quantas dessas pessoas viriam para a rua exigir um combate eficaz à corrupção e uma justiça igual para todos? Quantas viriam defender uma escola pública de qualidade? Quantas destas pessoas virão para a rua no 25 de Abril gritar que não esquecemos a liberdade? Quantas dessas pessoas irão votar nas eleições europeias? Quantas irão votar nas legislativas? E quantas irão votar nos mesmos que hoje os condenam a eles à pobreza e os seus filhos à ignorância? Para que lhes serve este feroz orgulho de grupo e esta embriguez selvagem da vitória se, nos momentos que importam realmente, irão baixar o pescoço onde se irá pousar a canga?

cartoon joão abel manta


O jogo da banca e o jogo da bancada
http://www.publico.pt/portugal/noticia/o-jogo-da-banca-e-o-jogo-da-bancada-1633071
 — com Susana Valente e 48 outras pessoas.

VICTOR NOGUEIRA (FACEBOOK)

IVA e descontos dos trabalhadores sobem para tapar buraco nas pensões Taxa máxima do IVA passa para 23,25% e TSU dos trabalhadores aumenta 0,2 pontos percentuais em 2015. Pensões acima de 1000 euros têm corte de 2,5% a 3%.

IVA e descontos dos trabalhadores sobem para tapar buraco nas pensões

Taxa máxima do IVA passa para 23,25% e TSU dos trabalhadores aumenta 0,2 pontos percentuais em 2015. Pensões acima de 1000 euros têm corte de 2,5% a 3%.

A reforma do sistema de pensões passará pela criação de uma contribuição de solidariedade, que corta entre 2% e 3,5% nas pensões acima de 1000 euros, e pelo aumento do IVA e dos descontos para a Segurança Social já a partir de 2015.
De acordo com o Documento de Estratégia Orçamental (DEO), divulgado nesta quarta-feira, a taxa normal do IVA sobe de 23% para 23,25% e os descontos dos trabalhadores para os sistemas de Segurança Social passam de 11% para 11,2%.
A Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) será extinta, mas os cortes nas pensões vão continuar, embora com outro nome e com taxas de redução menores.
A partir do próximo ano, as pensões acima de 1000 euros estarão sujeitas a um corte entre 2% e 3,5%, que terá um carácter de progressividade. Assim, pensões de valor mensal entre 1000 e 2000 terão um corte de 2%. Nas pensões mais altas, o corte é de 2% sobre o valor de 2000 euros e de 5,5% sobre o remanescente até 3500 euros. As pensões de valor superior a 3500 euros terão uma contribuição adicional de 15% para o montante que exceda 4611 euros (11 vezes o Indexante de Apoios Sociais) e de 40% sobre o montante que ultrapasse 7126,74 euros. Estas taxas marginais e os montantes que sobre elas se aplicam são iguais às que estão a ser aplicadas actualmente.
Estas contribuições incidirão “de igual forma sobre as pensões do Regime Geral da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações, tendo natureza contributiva e garantindo solidariedade inter-geracional”, precisa o Governo.
Novo aumento de impostos
De acordo com as contas apresentadas pelo Executivo, esta extinção da CES tem um impacto negativo de 660 milhões de euros, que será quase totalmente compensado pelas alternativas agora propostas.
A contribuição de sustentabilidade permitirá encaixar 372 milhões de euros em 2015, a que se somam os 100 milhões decorrentes do aumento dos descontos para os sistemas de Segurança Social e os 150 milhões decorrentes do aumento do IVA. Ao todo, o Estado consegue uma receita de 622 milhões de euros, um valor abaixo do que arrecadava com a CES.
O Governo avança, assim, com mais um aumento de impostos, ao subir a taxa normal do IVA em 0,25 pontos percentuais, para 23,25%, o valor mais elevado de sempre. A receita que será arrecadada adicionalmente com esta subida, lê-se no documento, “reverterá integralmente para os sistemas de pensões”.
“Este incremento do IVA apenas se verificará na taxa normal, mantendo-se inalteradas a taxa mínima e a taxa intermédia”, refere-se no documento. Em 2008, a taxa normal do IVA chegou a descer de 21% para 20%, para logo voltar a subir. A última alteração desta taxa foi em 2011, quando passou para 23%. No entanto, ainda em 2012 houve uma alteração profunda à lista de bens sujeitos à taxa reduzida e à taxa intermédia, implicando subida em sectores como a restauração. A medida teve um impacto de quase 1% do PIB, perto de 1700 milhões de euros.
No documento, o Governo justifica que “a excepcionalidade da CES implica encontrar medidas que sejam simultaneamente justas, permitam assegurar a equidade intra e inter-geracional, e produzam efeitos imediatos. Mais ainda, deverão permitir evitar o agravamento da situação, bem como promover o início do processo de amortização da dívida implícita do sistema”.
Actualização depende de “factor de equilíbrio”
Tal como já tinha sido avançado pelo PÚBLICO, a actualização anual das pensões em pagamento passará a depender de um factor de equilíbrio, que terá em conta a relação entre as receitas e as despesas do sistema e “reflectirá todas as alterações estruturais registadas nas variáveis demográficas e económicas que o caracterizam”.
No documento explica-se que quando esse factor for negativo, haverá uma cláusula de salvaguarda que assegurará que não haverá redução de pensões. Quando for positivo, “haverá lugar a uma compensação pelo valor negativo acumulado em anos anteriores". Isto significa que o aumento será moderado, porque será descontado o efeito dos anos em que devia ter havido um corte.

Para o que der e vier - Baptista Bastos

BAPTISTA-BASTOS

Para o que der e vier



A memória luminosa desses dias eles não nos conseguem tirá-la. Há qualquer coisa de sagrado nesse regresso: perdida a juventude, perdida a religião, emergia uma espécie de salvação individual em cada um. A liberdade contém algo de poderosamente indefinido, sobretudo para quem, como nós, que dela fôramos brutalmente privados. "Não quero morrer sem conhecer a cor da liberdade", cantou, melhor do que qualquer outro, o poeta Jorge de Sena. Ele conheceu essa cor, e disse-o, numa franja mágica de vida que ocultava o trágico da experiência. Mas os que alguma vez tiveram a felicidade de nela mergulhar percebem que têm de pagar um preço, por vezes triste, mareado de pequenos tormentos. O que aconteceu, a seguir aos dias resplandecentes, foi-nos dito ser a paga da nossa soberba e da nossa louca alegria. Coisa de remorsos mal emendados ou de punição por um júbilo quase perverso que nos envolveu.
Bebemos em excesso, vivemos apressadamente, deixámos a cólera de lado a fim de nos atirarmos para o vórtice dessa blasfémia de ser livres. A bebedeira dos sentimentos nascia da proibição dos sentidos a que tínhamos sido obrigados, e descobrimos, espantadíssimos, que a noite era um outro mundo. A noite, ah!, a noite, um outro mundo repleto de surpresas, couto de todos os sonhos. Pertenço a uma geração que partilhou a preocupação de não suprimir a ética das relações. Pertenço a uma grande geração que provou o tempo, e o bebeu quase até à última gota. Estes que tais não entendem o registo desses sentimentos, nem a grandeza secreta das nossas emoções e a dimensão da nossa história. Fomos educados para o medo e o ódio. E só havia uma resposta para este problema: lutar pela liberdade. Com que armas se o salazarismo tinha suprimido a mais elementar de todas elas: a liberdade de expressão.
Chegámos a este estado mas sabemos que não há verdades definitivas enquanto se esperam soluções provisórias. "Eles não sabem nem sonham / que o sonho comanda a vida" disse António Gedeão. E também não sabem que são aparentes vencedores. Ouvir para lá do que dizem as palavras. Perceber o que se oculta nas conversas, eis.
Aprendemos, com Abril, o que apenas pressentíamos. Nas tertúlias, nos cafés, os encontros constituíam um ponto para tomadas de consciência e de reflexão. A vida do espírito que promovia o espírito da vida através do conhecimento, da paixão da liberdade e da vontade de combater quem e o que se lhe opusesse. Ouço-os e penso: quem acredita nestes insignificantes, quem vai atrás desta gente que possui da verdade um conceito obscuro; quem?
Temos passado por uma violência sem nome, por uma tenaz que nos destrói e aos próprios laços sociais. Porém, como disse, um dia, o Manuel da Fonseca: cá estamos para o que der e vier.

Baptista Bastos

10 invenções surpreendentes dos gregos - Quando falamos das contribuições da Grécia Antiga para o mundo moderno, somos obrigados a citar a democracia, os jogos olímpicos, a mitologia, a filosofia, a arquitetura, o teatro, entre outras tantas. Não é nenhum segredo que a Grécia, apesar de ser um pequeno ponto no mapa, é amplamente considerada como a mãe da civilização ocidental.

10 invenções surpreendentes dos gregos

Quando falamos das contribuições da Grécia Antiga para o mundo moderno, somos obrigados a citar a democracia, os jogos olímpicos, a mitologia, a filosofia, a arquitetura, o teatro, entre outras tantas. Não é nenhum segredo que a Grécia, apesar de ser um pequeno ponto no mapa,  é amplamente considerada como a mãe da civilização ocidental. Quase tudo relacionado à cultura do Ocidente nasceu lá, contudo, há muito mais invenções associadas aos gregos do que a maioria das pessoas imagina. Com esta lista, queremos não só esclarecer, mas de certa maneira surpreender, mostrando como algumas invenções consideradas modernas, tem suas origens  na Grécia Antiga.


10 – Faróis
Farol de Alexandria
Durante o século 3 a.C, os gregos construíram em Alexandria, um farol para guiar com segurança os navios ao porto da cidade. Alexandria, localizada no Egito, estava sob o controle da Grécia naquela época, seu nome é uma homenagem a Alexandre, o Grande. À noite, era aceso um fogo enorme dentro da torre do farol; os capitães de navio podia vê-lo de longas distâncias no mar, dando-lhes uma ideia clara de para onde estavam indo. Durante o dia, uma grande nuvem de fumaça do fogo extinto, fornecia a mesma orientação. Esse farol foi projetado pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. O farol de Alexandria é considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, ele foi o primeiro farol conhecido no mundo e permaneceu em operação  por mais de 1.500 anos.


9 – Portas automáticas
Porta automática
As portas automáticas foram inventadas na Grécia antiga para ajudar a sociedade politeísta. Como havia muitos deuses na Grécia, os sacerdotes e outras figuras religiosas de cada divindade tinham que manter o interesse das massas, garantindo assim, o fluxo de ofertas ao deus que serviam ( ou seria o deus que lhes servia? ). Para isso, eles criaram portas automáticas que eram colocadas dentro do altar, no lugar de adoração. Quando uma pessoa fazia uma oferta a um dos deuses, as portas do altar se abriam, graças a uma espécie de caldeira dentro dele. Esse mesmo recurso era usado para mover as estátuas do templo.
Acredita-se que Heron de Alexandria tenha projetado as primeiras portas automáticas, que funcionavam através de ar comprimido ou da pressão da água. Também existem evidências de que, quando alguém acendesse o fogo dentro do altar, uma chuva fina de água adocicada e aromatizada caía sobre os participantes do evento religioso no templo, enquanto que vários pássaros de metal  cantavam e assobiavam e estátuas se moviam ou voavam. Outras pesquisas tem fornecido evidências de que os sacerdotes podiam controlar a iluminação dentro e fora do templo, bem como produzir um nevoeiro artificial para dar a cerimônia um ar mais misterioso.


8 – Canhão


Você já se perguntou por que os antigos gregos permaneceram invencíveis por centenas de anos? Há  provas concretas de que na Grécia Antiga tenha surgido o primeiro canhão. Nos referimos a um canhão de vapor, projetado e fabricado por Arquimedes durante o cerco de Siracusa. Esta arma  era muito avançada para sua época e disparava balas que pesavam cerca de 26 kg, elas podiam cobrir uma distância de cerca de 1.100 metros. O canhão de Arquimedes é considerado pela maioria dos historiadores como sendo a primeira arma do mundo operada com vapor.


7 – Robôs e máquinas voadoras
Robô Grego
Embora possa parecer loucura, a verdade é que o primeiro robô foi projetado e criado por um matemático grego, também cientista e  general, chamado Arquitas em torno de 400 - 350 a.C.
Arquitas, conhecido como "o pai da engenharia mecânica" foi quem projetou e criou um pombo altamente avançado, feito de madeira, o engenho usava vapor comprimido para fazê-lo funcionar e voar. Em sua busca para aprender como os pássaros voavam, Arquitas decidiu criar o seu próprio pássaro para ajudá-lo a entender melhor as aves que estudava. Seu pássaro era capaz de voar entre 200 ou 300 metros antes de esgotar-se o vapor, um feito único, quando se leva em conta a época em que foi realizado. Apesar do fato de  Arquitas ter criado o pássaro mecânico para uma finalidade específica, ele "acidentalmente" deu ao mundo o primeiro robô e a primeira máquina voadora.


6 – Heliocentrismo


Antes de Copérnico publicar sua descoberta, os astrônomos gregos já haviam percebido que a Terra e o resto dos planetas giravam em torno de um Sol relativamente estacionário no centro do sistema solar. Muitos grandes pensadores e cientistas da Grécia Antiga, como Filolau, Heráclides do Ponto, Seleuco de Selêucia, Aristarco de Samos e Hipátia (que, de acordo com uma versão da história, foi assassinada por suas crenças e estudos científicos),  propuseram uma sistema heliocêntrico quase dois mil anos antes de Copérnico. Muitos historiadores e astrônomos acreditam que Aristarco de Samos pode ter sido o primeiro a construir um sistema heliocêntrico científico completo. Infelizmente, o seu trabalho foi perdido no caminhar dos tempos. Baseado em um dos seu ensaios que chegou aos nossos dias, os estudiosos também especulam que Aristarco  provavelmente tenha sido o primeiro cientista a calcular quase precisamente o tamanho da Terra e a mediu o tamanho e distância da Lua e do sol.



5 – Moinho de água

Existem evidências de que os seres humanos tem utilizado os moinhos desde Período Neolítico; mós e pilões feitos de rochas, usados para moer trigo, foram datados como sendo daquela época. No século 16 a.C, a primeira forma de um moinho, conhecido comoquern, foi encontrada onde é hoje a moderna Chipre. Os primeiros indícios de um moinho de água foram achados na roda da Perachora, que se estima ter sido criada durante o terceiro século a.C, na Grécia. Ruínas de moinhos semelhantes aos que usamos hoje, podem ser vistos na Ágora de Atenas, o que faz muitos historiadores cogitar que o uso de moinhos  já estava bem adiantado na Grécia, antes do domínio romano. No entanto, a primeira prova concreta para a existência de um moinho de água vem dos escritos do engenheiro grego Filão de Bizâncio, que menciona em uma de suas obras, as rodas de água usadas em Alexandria, durante o período helenístico. Assim, este invento pode ter sido criado na Grécia entre 250 e 240 a.C.


4 – Torre de relógio e estação meteorológica
Torre dos Ventos
A Torre dos Ventos
Quando as pessoas pensam em torres de relógio, geralmente lhes vem à mente o famoso Big Ben. Quando se trata de estações meteorológicas, a primeira imagem evocada seja normalmente a de um monte de neve, Antártica ou algum solitário dentro de um abrigo repleto de tecnologia incrível e máquinas complicadas  capazes de salvar o mundo de tsunamis gigantes. No entanto, a primeira torre de relógio e a primeira estação meteorológica vieram da ensolarada Atenas. A Torre dos Ventos em Atenas, bem abaixo da Acrópole, foi a primeira torre de relógio e estação meteorológica que se tem notícia. Ela ajudava os comerciantes locais a estimar o tempo de entrega de seus produtos e, ao mesmo tempo, ajudava a proteger a sua carga de condições climáticas extremas. Acredita-se que esta torre tenha sido construída em 47 a.C. Hoje, ela ainda pode ser admirada pelos milhões de turistas que visitam Atenas todos os anos, uma vez que ainda está na antiga Ágora, localizada em um dos mais belos e visitados bairros do mundo: Plaka.


3 – Relógio despertador VEJA VÍDEO NO FIM DA PÁGINA
O relógio de Platão
O primeiro dispositivo despertador da história também foi uma criação grega. Para ser mais específico, ele veio do grande filósofo Platão, é por isso que é conhecido como "O despertador de Platão”.
Platão inventou um relógio despertador e deu-lhe a forma de uma ampulheta. O recipiente superior, feito de cerâmica, recebia uma quantidade calculada de água, que descia para o próximo vaso através de um funil. Quando o segundo recipiente ficava cheio, no momento programado (por exemplo, depois de 7 horas), através da pipeta axial localizada dentro dele, a água evacuava rapidamente para  próximo recipiente fechado, forçando o ar contido a sair assobiando através de um tubo em sua parte superior. Um ruído irritante o suficiente para acordar uma pessoa. Após isso, o terceiro recipiente se esvaziava lentamente (por meio de um pequeno furo situado na sua parte inferior) em direção ao recipiente de armazenagem inferior, a fim de  que á água fosse  reutilizada.


2 – Aquecimento central
Aquecimento central dos gregos
Mesmo que os romanos levem o crédito pela invenção do aquecimento central, na verdade, também foram os gregos quem inventaram isso. Antes dos romanos criarem osistema hipocausto, os minóicos já colocavam canos sob o chão de suas casas, por onde passava água morna que mantinha as salas e pisos quentes no inverno. Os cidadãos mais ricos, que podiam pagar pela melhor tecnologia, construíam suas casas de modo que o piso de cerâmica fosse apoiado por pilares cilíndricos, criando um espaço sob o piso onde os vapores quentes de um fogo central podiam circular e se espalhar através de condutos nas paredes. Estas invenções foram discutidas em 1900, quando o arqueólogo britânico Arthur Evans desenterrou o Palácio de Knossos, na ilha grega de Creta, e apresentou ao mundo moderno uma das civilizações mais avançadas e completas da história - acivilização minoica.


1 – Chuveiro
Chuveiro grego
Da próxima vez que você tomar um banho quente, agradeça aos gregos antigos. Os romanos podem ser famosos pelos banhos públicos, mas foram os gregos que inventaram os modernos chuveiros. As primeiras casas de banho com chuveiros semelhantes aos que temos hoje, com água que vem através do tubo de uma bomba, foram inventados e amplamente utilizados por atletas da Grécia Antiga. Após o treinamento, geralmente em um Gymnasion  ou em uma Palaestra, os atletas tomavam uma ducha fria nos vestiários, já que a higiene pessoal era muito importante na Grécia Antiga.

E ainda existe pessoas acreditando que as pirâmides foram construídas por alienígenas!








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As coisas mais caras do mundo

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Autarca apalpa o rabo da rainha Máxima da Holanda - (vídeo)



Autarca apalpa o rabo da rainha Máxima da Holanda


Um vídeo que dá a ideia de um autarca holandês aproveitar uma cerimónia para apalpar o traseiro da rainha Máxima da Holanda está a gerar furor naquele país. O responsável local justificou-se dizendo não se lembrar de o ter feito, pelo menos de uma forma consciente. Veja o vídeo em baixo.

No passado sábado, a Holanda comemorou o Dia do Rei, ocasião em que o país celebrou o 47.º aniversário do rei Guilherme Alexandre.

Os meios de comunicação social holandeses "online" divulgaram um vídeo em que se vê o autarca da cidade de Amstelveen, Fred Graaf, aparentemente a acariciar as nádegas da monarca Holandesa, de 42 anos, na presença do próprio rei. Inclusivamente, no vídeo ouve-se a voz de um homem a gritar: "Ele está a tocar-lhe no traseiro!".

Confrontado com as imagens, o autarca recusou as acusações. "Não me recordo, mas de nenhum modo tê-lo-ia feito de uma forma consciente. Sei muito bem que aquilo não ficou nada bem", disse Fred Graaf à televisão holandesa.

O presidente da Câmara de Amstelveen fez notar que as imagens não permitem ver se estava realmente a tocar na rainha. "Podia ter havido uma distância de um centímetro entre nós", referiu.

O vídeo foi realizado por um jornalista norte-americano, que o colocou na rede social Youtube e depressa correu através de outras redes sociais.




NEM PARA TUDO SÃO NECESSÁRIAS AS MÁQUINAS