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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


RSI: Mitos e realidades


Clicar, para ampliar, nesta excelente infografia de Nuno Oliveira (via facebook), que reúne e analisa dados relativos ao Rendimento Social de Inserção (RSI) e que arrasa a propaganda populista e demagógica que desde há muito envenena a opinião pública. De acordo com os dados, relativos a 2009 e 2010 (hoje a situação será bem pior, em virtude dos cortes a que foi sendo sucessivamente sujeito), o RSI abrange apenas 18% da população a viver abaixo do limiar de pobreza (4% no total da população), representando um encargo para o orçamento da Segurança Social que não vai além dos 2,5% (bem inferior aos 30% relativos às dívidas das empresas). E a famosa fraude, que o discurso populista tenta colar a esta prestação, estima-se em apenas 3% (casos de cessação devida a «falsas declarações»), valor que tem vindo a diminuir, uma vez que o RSI é o programa mais ferozmente fiscalizado pela Segurança Social.

A HISTÓRIA DO XAILE E SUAS ORIGENS -Portugal foi o pais da Europa que mais tempo conservou o Xaile em moda, na classe popular podemos dizer, o Xaile não é inteiramente novidade, sempre a mulher camponesa usou pelas costas uma espécie de agasalho, primeiramente, usava uma saia dubrada, em seguida capa ou mantéu mais artistico e finalmente apareçeu o Xaile de varios tipos e qualidade. Uma das causas que mais contribuiu para a difusão do Xaile foi a sua entrada ser feita numa época em que a industria de teçelagem se estava a desenvolver, o Xaile apareçe assim açessivel às bolsas populares e contribui tambem imensso para o desenvolvimento da nossa industria.


Apontamento sobre a història do Xaile


O uso do Xaile é jà muito antigo, pelo menos no Oriente, as mulheres ocidentais esqueçeram o seu uso, pois a palavra xale ou xaile não apareçe na nossa lingua, se não em principios do século XIX, é na 2 édição de Antonio Morais da Silva de 1813 que tal se observa, quem tem uma origem oriental é opinião incontroverssa, pareçe ter sido a Caxemira o seu principal centro productor, disso hà numerosos testemunhos .


O uso do Xaile pareçe ter sido intreduzido na Europa por volta de 1798 por soldados Françeses que fizeram a campanha no Egipto, éram Xailes carissimos, pareçe que os mais finos se faziam de pelo de Cabra que existia no norte da India, este tipo de xaile ocupava, por vezes um tear durante perto de um ano.

Em 1818, os Françeses, no tear Jacquard começaram a imitar o Xaile de Caxemira, a urdidura éra de seda, e a trama em pêlo de Cabra do Tibete e lã merina ou Australiana.

Começaram a ser moda em França e Inglaterra ; em Portugal pareçe terem entrado lentamente ; os primeiros xailes teriam sido trazidos pelos capitães de navios que os ofereciam a suas esposas ; primeiramente serviram para ornamentação da sua sala de visitas, em seguida as senhoras começaram a apareçer em bailes envoltas nesses belissimos Xailes.

As imitações começaram a fazer-se em França e Portugal, primeiramente ainda se mantinham a riqueza das cores e a beleza dos dezenhos tipicamente orientais, em seguida o seu uso foi-se divulgando, e qual quer matéria ou desenho servia para a sua confecção.



O Xaile

O uso do xale ou xaile (do persa Shāl) é muito antigo, pelo menos no Oriente, defendo-se que será originário de Caxemira, o seu principal centro produtor. No ocidente o seu uso surge apenas no princípio do século XIX.
O uso do Xaile parece ter sido introduzido na Europa por volta de 1798 por soldados Franceses que fizeram a campanha no Egipto. Eram caríssimos, sendo mais finos os que se faziam do pêlo de uma cabra que existia no norte da Índia e a sua confecção levava cerca de um ano. Em 1818, os Franceses, começaram a imitar o Xaile de Caxemira, mas a urdidura era de seda e a trama em pêlo de cabra do Tibete e lã merina ou Australiana, mantendo a riqueza das cores e a beleza dos desenhos tipicamente orientais, mas à medida que o seu uso se foi divulgando, qualquer matéria ou desenho servia para a sua confecção.
Em Portugal entraram lentamente. Os primeiros xailes teriam sido trazidos pelos capitães de navios que os ofereciam a suas esposas. Inicialmente foram utilizados como ornamento da casa, só posteriormente começaram a aparecer em bailes envolvendo os ombros das senhoras.
Na classe popular, podemos dizer que o Xaile não é inteiramente novidade, sempre a mulher camponesa usou pelas costas uma espécie de agasalho, uma saia dobrada ou uma capa ou mantéu.
A grande difusão em Portugal, resulta do facto de a sua entrada ter coincidido com o desenvolvimento da indústria de tecelagem. A produção em série torna o Xaile mais acessível às bolsas populares.
Existem vários tipos de Xailes
Xaile de Sarga – Liso em ponto de sarja, franja torcida, inicialmente, só em preto, depois noutras cores e em xadrez.
Xaile Barra Azul – Liso ou em ponto de sarja, franja em nós, fundo escuro normalmente urdido em castanho e trama em preto, as barras eram em azul muito vivo, xaile popular, característico da zona Centro do pais.
Xaile Barra de Cetim ou Barrinhas – Em ponto de cetim com barras noutro ponto de cetim, franja torcida e também com franja em cadeia de cor preto, xaile popular de todo o país.
Xaile Xadréz-Feito em estambre (fio de lã penteada) em seda natural, em xadrez franja torcida, em preto e de várias outras cores. Era o preferido da classe média.
Xaile de Barra de Seda – Corpo em estambre e barra de seda, a barra era formada por vários desenhos representando motivos populares, em preto e de outras cores. Xaile de cerimónia da classe média, este Xaile também podia ser fabricado em fio de algodão ou fibra vegetal.
Xaile Double – De sarja em lã cardada, face principal em preto e outra de cor diversa, era um xaile popular de agasalho.
Xaile Mescla – Liso em sarja de lã fios de várias cores.
Xaile de Flanela – Em lã cardada, vai à percea levantar o pêlo, em preto, azul e castanho, era um excelente agasalho.
Xaile Pirinéus ou Feltrado – De lã cardada, pêlo aveludado liso, em várias cores, xaile de agasalho, as senhoras usavam-no muito nos serviços caseiros.
Xaile Africano – Fio cardado fazendo relevos, em cores, com predomínio do preto e cinzento, xaile de agasalho.
Xaile de Cercadura – De lã cardada em ponto de sarja, a barra de fios de borbotos ou argolas, em preto e de cores, xaile popular para senhora de meia-idade.
Xaile de Argola Liso – Lã cardada a urdir, a tramar fio cardado e argola, em preto, argola pode ser preta ou de várias as cores, xaile popular, muito grosso e pesado, usado nas regiões nortenhas ou na beira-mar.
Xaile de Ramagem ou Relevo – Lã cardada e ramagem feita de fio de argola, duas faces, ambas em preto, ou uma preta e a outra em verde, azul e castanho. Xailes populares mais para senhoras de classe média, muito caros e usados nas zonas mais frias.
Xaile de Argolinha – Em argolinha a urdir, em varias cores, xaile popular domingueiro, era um xaile caro e único vendido a peso, tinha entre um a dois quilos por volta de 1925 cada quilo custava 220 escudos era usado por todo o pais e muito na moda na Beira Alta.Xaile de Linha – Era urdido com fio na trama em lã cardada ou penteada, em preto, xaile pesado e duro para as raparigas e mulheres de posição média.
Xaile Primavera – Estambre a tramar e seda a urdir, ou de algodão e seda, de franja cadiada muito entrelaçado, em várias cores e desenhos, com predomínio do xadrez em preto e branco. Xaile domingueiro das raparigas da zona de Coimbra e Aveiro.
Xaile Tricana – Lã merina estrangeira, franjas de seda muito compridas e entrelaçadas, vários desenhos e varias cores, sobretudo cores garridas. Xaile de romaria muito usado nas zonas centro do nosso país.
Xaile Manta – Lã merina em ponto de tafetá, não tem franjas é de vários tipos de xadrez em preto e branco, xaile domingueiro e de romaria usado mais nas mulheres casadas.
Xaile de Merino – Em estambre de lã estrangeira, preto de cerimonia, muito usado nos casamentos, missa e dias de festa e no luto, xaile caro, usado pelas senhoras de meia-idade.Xaile Tapete ou Fantasia - Em seda natural ou em fio de estambre, muito lavrado, cheio de desenhos e cores representando animais, folhas, flores, frutos, e combinações geométricas, usado pelas senhoras da cidade de classe aburguesada ou para ornamentação de salas.

Portugal foi o pais da Europa que mais tempo conservou o Xaile em moda, na classe popular podemos dizer, o Xaile não é inteiramente novidade, sempre a mulher camponesa usou pelas costas uma espécie de agasalho, primeiramente, usava uma saia dubrada, em seguida capa ou mantéu mais artistico e finalmente apareçeu o Xaile de varios tipos e qualidade.

Uma das causas que mais contribuiu para a difusão do Xaile foi a sua entrada ser feita numa época em que a industria de teçelagem se estava a desenvolver, o Xaile apareçe assim açessivel às bolsas populares e contribui tambem imensso para o desenvolvimento da nossa industria.

Vàrios tipos de Xailes


Xaile de Sarga-Liso em ponto de sarja, franja torcida, primeiramente, so em preto , depois outras cores e em xadrés , xaile muito popular e vendido por todo o nosso pais


Xaile Barra Azul-Liso ou em ponto de sarja, franja em nòs, fundo escuro normalmente urdido em castanho e trama em preto, as barras eram em azul muito vivo, xaile popular, caracteristico da zona Centro do pais.


Xaile Barra de Cetim ou Barinhas-Em ponto de cetim com barras noutro ponto de cetim, franja torcida e também com franja em cadeia de cor preto, xaile popular de todo o pais.


Xaile Xadréz-Feito em estambre( fio de lã pentiada) em seda natural, em xadréz franja torcida, em preto e de varias outras cores, xaile da classe média.





Xaile de Barra de Seda-Corpo em estambre e barra de seda , a barra era formada por vàrios dezenhos representando motivos populares, em preto e de outras cores, Xaile de cerimonia da classe média, este Xaile tambem podia ser fabricado em fio de algodão ou fibra vegetal(seneafil).


Xaile Double-De sarja em lã cardada, façe principal em preto e outra de cor diverssa, xaile popular de agasalho no nosso pais.


Xaile Mescla-Liso em sarja de lã fios de vàrias cores, xaile popular.


Xaile de Flanela-Em lã cardada, vai à percea levantar o pêlo, em preto, azul e castanho, xaile popular de agasalho.


Xaile Pirinéus ou Feltrado-De lã cardada ; pêlo aveludado liso, em vàrias cores, xaile de agasalho, as senhoras usavam-no muito nos serviços caseiros.


Xaile Africano-Fio cardado fazendo relevos, em cores, com predominio do preto e cinzento, xaile de agasalho.


Xaile de Cercadura-De lã cardada em ponto de sarga, a barra de fois de borbotos ou argolas,ou argolas ou borbotos, em preto e de cores, xaile popular para senhora de meia idade.


Xaile de Argola Liso-Lã cardada a urdir, a tramar fio cardado e argola, em preto, argola pode ser preta ou de vàrias as cores, xaile popular, muito grosso e pesado, usado nas regiões nortenhas ou na beira mar.


Xaile de Ramagem ou Relevo-Lã cardada e ramagem feita de fio de argola, duas façes , ambas em preto, ou uma preta e a outra em verde , azul e castanho, xailes populares mais para senhoras de classe média, xaile muito caro, xaile muito usado no norte do pais e zonas mais frias.


Xaile de Argolinha-Em argolinha a urdir, em varias cores, xaile popular domingueiro, éra um xaile caro e unico vendido a peso, tinha entre um a dois quilos por volta de 1925 cada quilo custava 220 escudos éra usado por todo o pais e muito na moda na Beira Alta.


Xaile de Linha-Era urdido com fio na trama em lã cardada ou penteada , em preto, xaile pesado e duro para as raparigas e mulheres de posição média.


Xaile Primavera-Estambre a tramar e seda a urdir, ou de algodão e seda, de franjacadiada muito entrelançado, em vàrias cores e dezenhos, com prodominio do xadrez em preto e branco, xaile domingueiro das raparigas da zona de Coimbra e Aveiro.


Xaile Tricana-Lã merinaestrangeira, franjas de seda muito compridas e entrelaçadas, vàrios dezenhos e vorias cores, sobretudo cores garridas, xaile de romaria muito usado nas zonas centro do nosso pais.


Xaile Manta-Lã merina em ponto de tafetà, nao tem franjas é de vàrios tipos de xadrez em preto e branco, xaile domingueiro e de romaria usado mais nas mulheres casadas .


Xaile de Merino-Em estambre de lã estrangueira, preto de cerimonia, muito usado nos casamentos, missa e dias de festa e no luto, xaile caro , usado pelas senhoras de meia idade.


Xaile Tapete ou Fantasia-Em seda natural ou em fio de estambre, muito lavrado, cheio de dezenhos e cores representando animais, folhas, flores, frutos, e combinações geométricas, usado pelas senhoras da cidade de classe aborgesada, ou para ornamentação de salas


Blog as cantarinhas de Queue en brie

PINTURA MARAVILHOSA - Adam STYKA (1890-1959)


Adam STYKA (1890-1959)



































Adam STYKA (
do blog Catherine la RosePolish,1890-1959) fils du peintre d'histoire Jan Styka, et le frère du portraitiste Tadé. Adam étudie à Paris avant d'entreprendre des voyages en Algérie et en Tunisie. Après la Première Guerre mondiale, pendant laquelle il s'est engagé dans laLégion étrangère, il visite le Maroc, puis l'Egypte et le Soudan anglo-égyptien. Styka retourne souvent en Afrique du Nord. Après lda Seconde Guerre mondiale, il émigre aux Etats-Unis, où il est captivé par les cow-boys d'Arizona; puis il s'installe à New York et se tourne vers la peinture religieuse. Il expose dans presque toutes les capitales européennes.

30 fotos de crianças jogando futebol pelo Mundo e Muitas histórias para uma bola.


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30 fotos de crianças jogando futebol pelo Mundo 
Por  em 12/08/2011 - Categorias: EsporteImagem

Futebol na sua forma mais pura…

Rocinha no Rio de Janeiro
Rocinha no Rio de Janeiro
Campo flutuante no porto de Ascona, Suíça
Campo flutuante no porto de Ascona, Suíça
Ruas de Bagdá Fadhil
Ruas de Bagdá Fadhil
Clique no “Leia Mais” e veja o restante
Província de Basra, Iraque
Província de Basra, Iraque
Ruínas em Gaza, Israel
Ruínas em Gaza, Israel
Acampamento de desabrigados em em Porto Principe, Haiti
Acampamento de desabrigados em em Porto Principe, Haiti
Crianças do Catar
Crianças do Catar
Vítimas dos terremotos no Haiti, arredores de Porto Principe
Vítimas dos terremotos no Haiti, arredores de Porto Principe
Dois irmãos na baía de Havana, Cuba
Dois irmãos na baía de Havana, Cuba
Refugiados em Porto Principe, Haiti
Refugiados em Porto Principe, Haiti
Favela do Salgueiro, no Rio de Janeiro, Brasil
Favela do Salgueiro, no Rio de Janeiro, Brasil
Favelas do Rio de Janeiro, Brasil
Favelas do Rio de Janeiro, Brasil
Filhos dos 33 Chilenos presos na Mina de San José em Copiapo, Chile
Filhos dos 33 Chilenos presos na Mina de San José em Copiapo, Chile
Cabul, Afeganistão
Cabul, Afeganistão
Comunidade maia de Tabi na península de Yucatan, no México
Comunidade maia de Tabi na península de Yucatan, no México
Refugiados após o terremoto em Lorca, Espanha
Refugiados após o terremoto em Lorca, Espanha
Cidade cisjordaniana de Abu Dis, nos arredores de Jerusalém
Cidade cisjordaniana de Abu Dis, nos arredores de Jerusalém
Darul Aman Palace nos arredores de Cabul, Afeganistão
Darul Aman Palace nos arredores de Cabul, Afeganistão
Cemitério em Cabul, Afeganistão
Cemitério em Cabul, Afeganistão
Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires, Argentina
Cidade do Panamá, Panamá
Cidade do Panamá, Panamá
Crianças refugiadas da Síria na cidade de Reyhanli na província de Hatay, Turquia
Crianças refugiadas da Síria na cidade de Reyhanli na província de Hatay, Turquia
Mendoza, Argentina
Mendoza, Argentina
El Algarrobal, nos arredores de Mendoza, Argentina
El Algarrobal, nos arredores de Mendoza, Argentina
Ruas na parte antiga da cidade, em Cabul, Afeganistão
Ruas na parte antiga da cidade, em Cabul, Afeganistão
Havana, Cuba
Havana, Cuba
Nova Deli, Índia
Nova Deli, Índia
Inglaterra
Inglaterra
Exilados tibetanos em um pátio da escola em Dharmsala, Índia
Exilados tibetanos em um pátio da escola em Dharmsala, Índia
Campo de refugiados de Mogadíscio, Somália
Campo de refugiados de Mogadíscio, Somália

A bola

A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Andrei Souza Silva)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    O garoto achou um carrinho de brinquedo e largou a bola em um canto da casa e foi brincar com o carrinho no pátio.
    O pai do garoto ficou muito magoado porque o filho não gostou da bola. Ele foi comprar uma bola de couro oficial e deu de presente para o filho.
    A bola de plástico, o garoto deu para um amigo.
    O garoto então, não largava a bola de couro por nada. Ficava com ela até na hora de comer.
    Mas um certo dia, o garoto estava jogando sua bola de couro e ela furou. O outro menino que tinha ganho sua bola de plástico ficou jogando dias e dias com ela e esta bola nunca furou.
    O garoto da bola de couro ficou muito triste porque sua bola tinha furado e resolveu pedir para seu pai uma nova bola de plástico mesmo, Seu pai comprou novamente uma bola de plástico para ele. O garoto jogou várias vezes com a bola de plástico e a bola não furou. Desta forma  ele entendeu que qualquer presente é bom e não existe nenhum brinquedo melhor que outro.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Mônica dos Santos Kasburg)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Mas havia um problema, o menino não sabia como brincar com a bola. Ele até procurou uma tomada para por a bola. Daí ele percebeu que não era assim que se usava a bola e na hora ele levou um choque enorme.
    Ele passou o dia inteiro procurando uma maneira de brincar com a bola, mas não achou!
    Já estava escurecendo e o menino já estava desistindo de tentar brincar com a bola, quando ele a jogou na parede. A bola voltou para perto dele quicando entre a parede e o chão.
    Então ele pegou a bola e jogou novamente na parede e ela voltou para ele novamente, como havia acontecido antes.
    Neste instante, sua mãe o chamou para tomar banho e ir jantar. Ele entrou e levou sua preciosa e misteriosa bola junto dele.
    O menino jantou, pegou a bola e saiu para jogá-la na parede de novo. Um vizinho seu, que já tinha uma bola, perguntou ao menino se ele podia brincar junto dele e eles brincaram muito, mesmo no escuro.
    Já era tarde da noite e as mães dos meninos os chamaram para irem dormir.
No outro dia eles voltaram a brincar com a bola, só que desta vez jogaram futebol. Assim o menino compreendeu a grande utilidade do presente do seu pai.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Endriw dos Santos Carvalho)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Ele procurava a marca e o selo de “oficial”, mas não encontrou.
    O menino disfarçadamente foi chutando levemente a bola até seu quarto, com cara de quem não gostou do presente.
    Chegando lá, jogou a bola para baixo da cama e deitou-se no travesseiro e começou a chorar e se lamentar porque sabia que seus pais não tinham condições de dar-lhe uma bola melhor.
    No dia seguinte, seus amigos se reuniram para irem em um “campinho improvisado” para jogar futebol, mas a única bola que eles tinham estava furada.
    Rapidamente o menino lembrou-se de sua bola de plástico e foi até sua casa buscá-la.
    Pelo caminho ele fora refletindo sobre qual seria a reação dos amigos ao verem aquele objeto de plástico.
    E ao contrário do que ele imaginava, seus amigos ficaram muito contentes com o garoto e lhe disseram que era melhor ter uma bola ruim do que não ter nenhuma.
    Um ano depois, o menino ganhou uma bola oficial do time que ele torcia e para sua felicidade, autografada por todos os jogadores.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Esther Stéphany Teixeira Dornelles)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Mas não achou nada em especial. Brincou um pouco e guardou a bola em um baú. Seu pai ficou meio chateado.
    Como era dia de seu aniversário, o garoto foi recebendo os convidados para a festa. Ele teve uma festa simples, mas muito bonita. Recebeu abraços, parabéns e muitos presentes, que no fundo ele achava muito melhores do que a bola de plástico que ganhou de seu pai.
    Na hora de cantar parabéns, a vela caiu na mesa e começou a pegar fogo na toalha e na casa toda. O garoto desesperado, pegou o baú onde havia guardado os presentes e saiu para fora da casa em chamas.
    Em todos os presentes havia alguma coisa queimada, com exceção da bola que seu pai lhe deu. Então ele percebeu que aquela bola era especial, principalmente porque tinha ganhado de seu pai. Neste momento ele deu um abraço em seu pai, mas não pode ser um abraço totalmente feliz, pois sua casa estava queimada e eles não tinham mais onde morar.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Levi de Rosa Moreira)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Ele girava e girava a bola. O pai do menino ficou com pena dele, pois achou que ele estava procurando a marca da bola.
    O pai do menino perguntou:
    - O que você está procurando, filho?
    - Eu estou procurando o buraquinho. –respondeu o filho. Você achou que eu estava procurando a marca, né pai?
    O pai respondeu:
    - Como você sabia filho?
    O menino respondeu:
    - Ah, pai! Isso não interessa. O que interessa é que você me deu a bola e o mais importante ainda pai, é que ela rola.
    Os dois começaram a dar muitas risadas
    O pai convidou o filho para jogar bola e dos dois passaram a tarde inteirinha jogando e se divertindo.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Débora Rodrigues da Silva)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    O menino estava tão concentrado girando aquela bola, quando pensou: “Já sei! Vou pedir ao meu pai para jogar comigo.” E falou:
    - Pai, brinca comigo de futebol?
    O pai disse então:
    - Claro! Vamos lá no pátio que tem mais espaço.
    Os dois foram para o pátio e começaram a jogar. Eles estavam gostando tanto que nem se lembraram da hora. Quando pararam para descansar, o pai do menino falou:
    - Sabe “muleque”, tenho orgulho de te ter como filho, você foi a única pessoa que me fez lembrar da minha infância.
    O garoto emocionado descobriu que mesmo uma bola de plástico podemos viver muitas coisas que nem se quer imaginamos.
    Conclusão da história: nunca devemos rejeitar um presente porque por mais simples que ele seja, pode se tornar muito especial e valioso.


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Denilson Dias da Rosa)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Ele queria ver se tinha alguma marca oficial ou um selo como vem nas bolas originais, mas seu o pai do menino não podia comprar esse tipo de bola porque elas são muito caras.
    Mas mesmo assim, o menino gostou porque tinha uma bola, mesmo não sendo bem a que ele queria. 
    O garoto começou a jogar todos os dias e com o tempo ele foi se acostumando a usar a bola de plástico.
    Sei pai trabalhava de carpinteiro e por isso não ganhava muito dinheiro. Mas com o passar do tempo, ele juntou uma boa quantia e deu para o garoto uma bola original da Nike. O garoto ficou muito feliz com a bola, mas principalmente com seu pai.
    Todos os dias após a aula, o garoto ia para a área externa da casa jogar com sua bola nova. Mesmo assim, ele não se esqueceu da bola antiga e ela virou uma boa lembrança.
    Seus pais também ficaram felizes por terem realizado o sonho do garoto. Ele sonhava com várias outras coisas, mas aquela bola fez com que ele se esquecesse de tudo!


A Bola
(Luis Fernando Verissimo e Jonas Braga da Silva)
    O pai deu uma bola de presente ao seu filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    Ele queria jogar futebol, mas sozinho achava que não podia. Ele estava feliz, mas seu pai achava que ele estava magoado. Mas na verdade o menino estava chateado por não ter nenhum amigo para jogar com ele. 
    Ele contou para seu pai porque estava chateado, só que seu pai precisava ir trabalhar. Mas, seu pai deu um jeito e eles foram juntos para o campinho jogar. Quando chegaram lá, seu pai avisou que tinha apenas uma hora para jogar com o filho. E o menino ficou muito grato por ele ter arrumado um tempo para ele.
    Eles estavam felizes até que o filho chutou a bola em um arame. Eles pensaram que a bola havia furado, mas tiveram uma surpresa: a bola desviou do arame e voltou para o pé do garoto.
Neste instante, o menino pensou que a bola era mágica, mas sei pai sabia o que tinha acontecido. A bola podia ser controlada por controle remoto e seu pai fez aquilo. Quando o menino descobriu a “mágica”, pegou o controle e fez a bola bater na cabeça de seu pai.
E assim, os dois saíram do campinho dando muitas gargalhadas.