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sexta-feira, 1 de maio de 2015

PRIMEIRAS IMAGENS DAS MANIFESTAÇÕES DO 1º DE MAIO EM LISBOA











1º



MAIO





LISBOA






























ephemerajpp.files.wordpress.com

FOTOGALERIA - CASAS DE ÓPERA DE TODO O MUNDO




CASAS

DE

ÓPERA

DE

TODO

O

MUNDO




David Leventi fotografa o interior das casas de ópera mundialmente famosas, capturando o projeto ornamentado da arquitetura encontrada em seu interior. Usando câmeras Arca-Swiss de grande formato, Leventi capta cada casa de ópera a partir da perspectiva de observação de um cantor de ópera, fotografando o espaço desde o centro do palco.

Leventi não é apenas esteticamente inspirado pelas casas de ópera que fotografa, mas também tem uma ligação familiar com suas estruturas. Ele é o filho de dois arquitetos, e o projeto foi iniciado em memória de seu avô Anton Gutman, um cantor de ópera que teve aulas após a Segunda Guerra Mundial com um famoso tenor de ópera dinamarquesa. Anton cantava para os presos e oficiais, enquanto servia em um acampamento de prisioneiros de guerra na União Soviética, e as fotografias de Leventi são um gesto que tem por objetivo analisar os espaços em que ele nunca foi capaz de se apresentar.

O processo fotográfico de Leventi imita com a luz o que um artista faria com a sua voz, as ondas de luz ressaltam cada elemento arquitetônico trazendo o vasto espaço para a imagem detalhada. Cada fotografia capta uma visão impossível a olho nu de cada teatro mundialmente famoso. Leventi não apenas captura a profundidade do espaço, mas também a história extensa viva dentro de cada palco.








Romanian Athenaeum, em Bucareste, Romênia
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 01

La Fenice, em Veneza, Itália
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 02

Palais Garnier de Paris, França
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 03

Palais Garnier de Paris, França
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 04

Metropolitan Opera, em Nova Iorque
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 05

Teatro di Villa Aldrovandi Mazzacorati, em Bologna, Itália
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 06

Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, Rússia
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 07

Teatro di San Carlo, em Nápoles, Itália
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 08

Palau de les Arts Reina Sofía, em Valencia, Espanha
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 09

Amargosa Opera Hhouse, Califórnia
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 10

Opera Royal Sueca, em estocolmo, Suécia
Fotografias de grande formato capturam ornamentada casas de ópera de todo o mundo 11


 http://www.mdig.com.br



O SILVO DA SERPENTE

O SILVO DA SERPENTE

CARLOS SILVA O AMARELO DA UGT DISSE HOJE QUE QUER UM AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL A PARTIR DE JANEIRO DE 2016.
DEPOIS DE TER SIDO ELOGIADO PELO PAULINHO DAS FEIRAS O TRAIDOR DA CLASSE TRABALHADORA E MANDATÁRIO DOS CAPITALISTAS E FASCISTAS DO GOVERNO ENSANDECEU DE TANTO MIMO QUE LEVOU DOS PATRÕES



António Garrochinho

Não passarão - "O regime ditatorial usa como álibi a guerra civil e as ameaças à integridade do país, como se não fosse ao poder antipatriótico de Kiev e aos seus amos e patrocinadores de ambos os lados do Atlântico que coubessem as grandes responsabilidades da divisão nacional e escalada sangrenta do conflito ucraniano. Enquanto o Donbass permanece sob bloqueio econômico e financeiro – só as bombas continuam a passar –, a histeria anti-russa não dá tréguas e as forças nacionalistas pró-nazis são convertidas em heróis; não se perca também de vista o muito substancial festim privatizador e de redivisão da propriedade. "

Não passarão

Não passarão
por Luís Carapinha


"O regime ditatorial usa como álibi a guerra civil e as ameaças à integridade do país, como se não fosse ao poder antipatriótico de Kiev e aos seus amos e patrocinadores de ambos os lados do Atlântico que coubessem as grandes responsabilidades da divisão nacional e escalada sangrenta do conflito ucraniano. Enquanto o Donbass permanece sob bloqueio econômico e financeiro – só as bombas continuam a passar –, a histeria anti-russa não dá tréguas e as forças nacionalistas pró-nazis são convertidas em heróis; não se perca também de vista o muito substancial festim privatizador e de redivisão da propriedade. "

Vive-se tempos perigosos no mundo e a Europa não é excepção. Atente-se na Grécia e na política e engrenagem da troika que prossegue com zelo felino a asfixia econômica e financeira do país, social e economicamente destroçado, preparando o terreno para um eventual cenário de ditadura directa do capital financeiro. 

Mas é na Ucrânia que o recuo antidemocrático adquire hoje níveis e proporções ainda mais dramáticos. A política de Estado de caça às bruxas é hoje ali uma realidade cada vez mais inquietante. Sob o olhar complacente das «democracias ocidentais», a Junta oligárquica saída do golpe da Maidan recorre ao terror como arma de intimidação e repressão políticas. 

Depois do odioso pacote anticomunista aprovado pelo parlamento ucraniano a 9 de Abril, prossegue a série de assassinatos de antifascistas e adversários do actual poder. Aperta-se a tarraxa não só a qualquer expressão de pensamento crítico divergente como às manifestações de descontentamento social que se vão multiplicando numa Ucrânia entregue ao receituário drástico do FMI. 

O regime ditatorial usa como álibi a guerra civil e as ameaças à integridade do país, como se não fosse ao poder antipatriótico de Kiev e aos seus amos e patrocinadores de ambos os lados do Atlântico que coubessem as grandes responsabilidades da divisão nacional e escalada sangrenta do conflito ucraniano. Enquanto o Donbass permanece sob bloqueio econômico e financeiro – só as bombas continuam a passar –, a histeria anti-russa não dá tréguas e as forças nacionalistas pró-nazis são convertidas em heróis; não se perca também de vista o muito substancial festim privatizador e de redivisão da propriedade. 

Porochenko (que ao eleitor incauto prometera deixar os «negócios» assim que assumisse a presidência) aumenta os seus activos, mas é ao capital financeiro transnacional e às multinacionais que se promete o grande quinhão da pugna em curso. Exemplo disso é o saque em perspectiva das férteis terras negras ucranianas, que se encontram na mira dos grandes interesses do agronegócio dos EUA.

Na situação traçada ressalta particularmente a campanha de ajuste de contas movida contra o PCU e os comunistas ucranianos (na sua totalidade alvo já de 400 processos judiciais de distinta natureza, entre os quais o processo principal que ainda corre visando a proibição do PCU). 

Esta é também uma campanha de demencial ajuste de contas com a história do século XX, com o passado soviético que a Junta pretende a todo o custo apagar. A lei, ainda não promulgada, que criminaliza o poder soviético, igualando-o ao nazismo, e proíbe os símbolos e a propaganda comunista é mais um precedente perigoso no caminho «europeu» de cerceamento da liberdade e direitos fundamentais. E constitui um insulto à memória dos milhões de ucranianos que deram a vida pela libertação da Ucrânia e a derrota do fascismo na II Guerra. A sua aprovação pela Rada acontece precisamente a um mês do 70.º aniversário das comemorações da Vitória sobre o nazi-fascismo, para a qual os comunistas e a URSS deram um contributo determinante.

A intensificação do anticomunismo e repressão coincide com a escalada militar no Donbass, com Donetsk a ser palco dos piores bombardeamentos desde a assinatura do acordo de cessar-fogo de Fevereiro, conhecido como Minsk II. Acontece também no momento em que centenas de militares de uma unidade de elite dos EUA desembarcam na Ucrânia. Participarão em exercícios e na instrução da Guarda Nacional, o corpo militar que absorve muitas das forças neonazis que participaram no golpe de estado da Maidan. O imperialismo prossegue a agenda estratégica de desestabilização da Rússia. Sem esquecer a China. Ventos perigosos de guerra continuam a soprar desde a Ucrânia. Mas no domingo, em Kiev, no funeral do jornalista anti-maidan assassinado dia 16, as largas centenas presentes gritaram: o fascismo não passará!


Fonte: Avante



1.º de Maio 125 anos de luta e solidariedade internacionalista - "Provavelmente não há data histórica com mais de um século que continue a ter a mesma actualidade e a prosseguir os mesmos objectivos que estiveram na sua origem. O 1.º de Maio continua a realizar-se em todo o mundo, da Europa às Américas, da África à Ásia e à Oceânia comemora-se e luta-se no Dia Internacional do Trabalhador. Contra a repressão e a exploração capitalista, e em muitos casos prosseguindo ainda a luta pelas oito horas de trabalho diário. Em países onde nunca foram conquistadas e noutros, onde já as tiveram, e que no retrocesso civilizacional em curso lhes foram retiradas.

1.º de Maio 125 anos de luta e solidariedade internacionalista

1.º de Maio 125 anos de luta e solidariedade internacionalista
por Américo Nunes

"Provavelmente não há data histórica com mais de um século que continue a ter a mesma actualidade e a prosseguir os mesmos objectivos que estiveram na sua origem. O 1.º de Maio continua a realizar-se em todo o mundo, da Europa às Américas, da África à Ásia e à Oceânia comemora-se e luta-se no Dia Internacional do Trabalhador. Contra a repressão e a exploração capitalista, e em muitos casos prosseguindo ainda a luta pelas oito horas de trabalho diário. Em países onde nunca foram conquistadas e noutros, onde já as tiveram, e que no retrocesso civilizacional em curso lhes foram retiradas."

Em 2015 passam 125 anos desde a primeira vez em que o dia 1.º de Maio se realizou como Dia Internacional do Trabalhador, em 1890. Em homenagem aos mártires de Chicago, os Congressos Socialistas de Paris, de 1889, haviam aprovado uma resolução a declarar o 1.º de Maio do ano seguinte, «e para todo o sempre», o dia em que os trabalhadores de todo o mundo homenageavam os que caíram na luta pelas oito horas e passariam a apresentar aos poderes públicos as suas reivindicações.

Apesar da repressão sangrenta de que foram alvo por parte das autoridades durante as greves pela redução do horário de trabalho iniciadas no dia 1 de Maio de 1886, os 8hX8hX8h, 48 horas semanais de trabalho, oito por dia, mais oito para estudo e lazer e oito para dormir, este horário foi desde logo conquistado por 200 mil operários norte-americanos. Dez anos depois o horário de 48 horas semanais já constava das leis em 40 estados dos EUA.

Baseado numa armadilha da polícia, que colocara ela própria uma bomba debaixo do palco dum comício, um tribunal condenou oito dos dirigentes operários. Quatro foram enforcados, um quinto suicidou-se antes de o ser, e os restantes três – condenados a prisão perpétua –, foram libertados em 1893, quando, a culminar sete anos de protestos e solidariedade do operariado mundial, um governador concluiu que todos os condenados eram inocentes.

O operariado português foi dos que inscreveu o nome de Portugal entre os países que realizaram o primeiro de Maio em 1890.

A luta pelo objectivo das oito horas alastrou a todo o mundo. Depois dos decretos da Paz e da Terra, a grande Revolução Russa de 1917 publicou o decreto das oito horas de trabalho diário, e o 1.º de Maio veio a ser declarado dia feriado.

Temos primeiros de Maio que ficarão para a história da luta dos trabalhadores e mesmo para a história de Portugal.

Foi após a participação combativa do operariado de Lisboa em defesa da República, na escalada de Monsanto, onde a tentativa de restauração da Monarquia foi derrotada, e após um 1.º de Maio grandioso em 1919, que as 48 horas semanais para a indústria e o comércio foram consagradas na lei. 

A mesma actualidade 

Durante o fascismo, com as greves e as manifestações proibidas, o 1.º de Maio, em regra sob forte repressão policial, nunca deixou de ser celebrado, em luta pela liberdade. Em 1962, dezenas de milhares manifestaram-se em Lisboa e no Porto, ao mesmo tempo que nos campos do Ribatejo e Alentejo alastrou a partir desse dia o movimento grevístico que levou à conquista das oito horas diárias para os trabalhadores agrícolas.

O 1.º de Maio de 1974 foi um hino de alegria à liberdade e um levantamento popular de milhões de portugueses em apoio ao MFA, que transformou o golpe militar dos capitães e o levantamento militar que se lhe seguiu no processo revolucionário que realizou as conquistas de Abril.

Em 1982, o operariado do Porto defendeu o direito de manifestação na Praça da Liberdade sob a repressão sangrenta do governo da AD. Dia 30 de Abril à noite, às ordens do ministro Ângelo Correia, a polícia de intervenção disparou armas de guerra sobre os manifestantes assassinando dois operários e ferindo mais de cem. No dia seguinte, um imenso 1.º de Maio derrotou os ímpetos fascizantes da AD.

Mas nem todos os primeiros de Maio foram trágicos. Muitos foram também de luta, celebração e festa. E alguns, hoje parecendo-nos pequenas coisas, como a distribuição de tarjetas a fugir da polícia, uma manifestação de alguns minutos logo dispersa à bastonada ou à força de canhões de água com tinta. Pichagens nocturnas com vivas ao 1.º de Maio, uns foguetes deitados à socapa manhã cedo, durante o fascismo, demonstram que em função das circunstâncias, há pequenos primeiros de Maio que são grandes na coragem de quem os realiza e têm um valor simbólico que os transcende.

Provavelmente não há data histórica com mais de um século que continue a ter a mesma actualidade e a prosseguir os mesmos objectivos que estiveram na sua origem. O 1.º de Maio continua a realizar-se em todo o mundo, da Europa às Américas, da África à Ásia e à Oceânia comemora-se e luta-se no Dia Internacional do Trabalhador. Contra a repressão e a exploração capitalista, e em muitos casos prosseguindo ainda a luta pelas oito horas de trabalho diário. Em países onde nunca foram conquistadas e noutros, onde já as tiveram, e que no retrocesso civilizacional em curso lhes foram retiradas.

O 1.º de Maio configura ainda hoje também, através da acção, um forte elo de solidariedade internacionalista dos trabalhadores de todo mundo. Correspondendo ao apelo da CGTP-IN, os trabalhadores lá estarão a comprová-lo este ano mais uma vez.



Fonte: Avante



VOO PICADO

VOO PICADO


Quase toda a frota da TAP está, neste momento, à velocidade máxima e em voo picado, em vias de se desintegrar nuns Alpes imaginários.
E tudo isto poderia ter sido evitado se os sucessivos governos dos últimos trinta anos tivessem dito aos pilotos uma frase simples: "Querem uma companhia de aviação? Comprem-na!"




aditaeobalde.blogspot.pt

Ativistas do Femen atrapalham discurso de Marine Le Pen em Paris




Ativistas do Femen atrapalham discurso de Marine Le Pen em Paris


Paris, 1 Mai 2015 (AFP) - 










Três ativistas do movimento Femen, com os seios nus e a frase "Heil Le Pen" pintada no corpo, perturbaram nesta sexta-feira um discurso de Marine Le Pen, a líder do partido francês de ultradireita Frente Nacional.

As três militantes, que estavam em uma varanda de um prédio do bairro da Ópera, perto do local em que Marine Le Pen discursava por ocasião do 1º de Maio, fizeram a saudação nazista e gritaram frases contra a Frente Nacional, antes de serem retiradas pela polícia.

"Quantas surpresas neste 1º de Maio", disse Marine Le Pen, que interrompeu o discurso por um momento.

Antes, Marine Le Pen teve a surpresa de ver seu pai Jean-Marie Le Pen, com quem está em conflito político, subir no palanque e ser aplaudido por vários minutos.

Jean-Marie Le Pen, 86 anos, parou no palanque, dando as costas para a filha. Ele não cumprimentou nem olhou para Marine e deixou o local de automóvel antes do discurso de Marine Le Pen.

As ativistas do Femen exibiram bandeiras vermelhas com referência ao referencia ao Terceiro Reich de Hitler e fizeram a saudação nazista antes da ação da polícia.


bur-prh/fp